icons.title signature.placeholder Luiz Signor
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23/07/2013
09:35

Kleber defende o Internacional desde 2009. Participou de todas as conquistas do Colorado desde então, mas não teve como ajudar na do Gauchão deste ano, já que se recuperava da lesão mais grave da carreira: o rompimento do tendão fibular longo do pé esquerdo, ocorrido no dia 24 de janeiro. A sua estreia na temporada foi diante do Santa Cruz, pela Copa do Brasil. O dia? 16 de maio.

A temporada ainda está começando para o camisa 6 colorado. E não falta motivação para ele. Titular nos últimos cinco jogos do Inter - são sete partidas no total em 2013 -, Kleber quer provar que pode render o esperado para quem já defendeu a Seleção Brasileira e sempre esteve entre os melhores laterais-esquerdos do país.

– Me sinto muito bem, muito tranquilo. Minha recuperação foi muita boa. Esse tempo que fiquei parado foi importante para que pudesse voltar com calma. O Inter trabalhou muito bem para que eu pudesse voltar bem. Agora é entrar em campo, jogar e seguir evoluindo – disse o jogador, em entrevista exclusiva ao LANCE!Net.

Qual é o tamanho da sua satisfação em ter alcançado uma sequência como titular após, já que você ainda está, na teoria, no
início de temporada?

Para mim tem sido muito boa essa sequência de jogos. Fiquei muito tempo fora por conta de contusão e esse retorno depois da paralisação (das competições nacionais para a disputa da Copa das Confederações) foi importante para colocar o físico em dia, me deu a confiança para que eu pudesse evoluir a cada jogo, ganhando a melhor condição.

No período em que se recuperava dessa lesão, você viu o Fabrício assumir a condição de titular. Agora, no seu retorno, vocês estão atuando juntos. Como é a sua relação com ele?

Nós temos uma excelente amizade e o mais importante de tudo é o respeito. Quando voltei, ele vinha jogando e eu respeitando sempre. Quando tenho uma oportunidade, procuro corresponder, pois conheço o Dunga, já trabalhei com ele na Seleção. Temos um respeito muito grande um com o outro. Vamos ver o que acontecerá daqui para frente.

Você fala em seguir evoluindo para se firmar entre os titulares do Inter. E vem tendo uma sequência entre os 11 após a lesão e uma certa indefinição sobre a sua permanência. O que foi decisivo para você ter renovado com o Inter?

Primeiro que estou muito bem aqui, estou muito bem adaptado ao clube, a Porto Alegre, minha família gosta muito daqui também. Tem o respeito e o carinho pelos torcedores e pelo clube também. Além disso estou em um clube estruturado, que dá condições de trabalho. As situações que poderiam acontecer não evoluíram e sempre disse que minha prioridade era renovar com o Inter. E sigo muito feliz de ter renovado. Sou um cara que me machuquei muito pouco na carreira. A lesão mais grave talvez tenha sido essa desse ano. Acredito que o Inter deve ter olhado esse retrospecto no início do ano ao me propor a renovação.

Além de você, D'Alessandro e Índio, outros jogadores mais experientes e com anos de casa, estão correspondendo neste ano. O que explica esses desempenhos?

Isso mostra que os jogadores mais velhos ou mais experientes estão se cuidando mais, principalmente fora de campo. Isso ajuda, facilita. E nós temos uma comissão técnica totalmente capacitada, com profissionais de alto nível. Com isso, nós jogamos com tranquilidade, temos muita segurança para desempenhar as nossas funções em campo.

Como vocês jogadores trabalham com essa pressão de conquistar o Campeonato Brasileiro, um título que não vem desde 1979 para o Inter?

Sabemos que a responsabilidade é enorme, mas procuramos trabalhar tranquilamente. Se a gente fizer tudo corretamente como estamos procurando fazer, no final do ano nós vamos conseguir esse título. Pensamos assim.

Kleber defende o Internacional desde 2009. Participou de todas as conquistas do Colorado desde então, mas não teve como ajudar na do Gauchão deste ano, já que se recuperava da lesão mais grave da carreira: o rompimento do tendão fibular longo do pé esquerdo, ocorrido no dia 24 de janeiro. A sua estreia na temporada foi diante do Santa Cruz, pela Copa do Brasil. O dia? 16 de maio.

A temporada ainda está começando para o camisa 6 colorado. E não falta motivação para ele. Titular nos últimos cinco jogos do Inter - são sete partidas no total em 2013 -, Kleber quer provar que pode render o esperado para quem já defendeu a Seleção Brasileira e sempre esteve entre os melhores laterais-esquerdos do país.

– Me sinto muito bem, muito tranquilo. Minha recuperação foi muita boa. Esse tempo que fiquei parado foi importante para que pudesse voltar com calma. O Inter trabalhou muito bem para que eu pudesse voltar bem. Agora é entrar em campo, jogar e seguir evoluindo – disse o jogador, em entrevista exclusiva ao LANCE!Net.

Qual é o tamanho da sua satisfação em ter alcançado uma sequência como titular após, já que você ainda está, na teoria, no
início de temporada?

Para mim tem sido muito boa essa sequência de jogos. Fiquei muito tempo fora por conta de contusão e esse retorno depois da paralisação (das competições nacionais para a disputa da Copa das Confederações) foi importante para colocar o físico em dia, me deu a confiança para que eu pudesse evoluir a cada jogo, ganhando a melhor condição.

No período em que se recuperava dessa lesão, você viu o Fabrício assumir a condição de titular. Agora, no seu retorno, vocês estão atuando juntos. Como é a sua relação com ele?

Nós temos uma excelente amizade e o mais importante de tudo é o respeito. Quando voltei, ele vinha jogando e eu respeitando sempre. Quando tenho uma oportunidade, procuro corresponder, pois conheço o Dunga, já trabalhei com ele na Seleção. Temos um respeito muito grande um com o outro. Vamos ver o que acontecerá daqui para frente.

Você fala em seguir evoluindo para se firmar entre os titulares do Inter. E vem tendo uma sequência entre os 11 após a lesão e uma certa indefinição sobre a sua permanência. O que foi decisivo para você ter renovado com o Inter?

Primeiro que estou muito bem aqui, estou muito bem adaptado ao clube, a Porto Alegre, minha família gosta muito daqui também. Tem o respeito e o carinho pelos torcedores e pelo clube também. Além disso estou em um clube estruturado, que dá condições de trabalho. As situações que poderiam acontecer não evoluíram e sempre disse que minha prioridade era renovar com o Inter. E sigo muito feliz de ter renovado. Sou um cara que me machuquei muito pouco na carreira. A lesão mais grave talvez tenha sido essa desse ano. Acredito que o Inter deve ter olhado esse retrospecto no início do ano ao me propor a renovação.

Além de você, D'Alessandro e Índio, outros jogadores mais experientes e com anos de casa, estão correspondendo neste ano. O que explica esses desempenhos?

Isso mostra que os jogadores mais velhos ou mais experientes estão se cuidando mais, principalmente fora de campo. Isso ajuda, facilita. E nós temos uma comissão técnica totalmente capacitada, com profissionais de alto nível. Com isso, nós jogamos com tranquilidade, temos muita segurança para desempenhar as nossas funções em campo.

Como vocês jogadores trabalham com essa pressão de conquistar o Campeonato Brasileiro, um título que não vem desde 1979 para o Inter?

Sabemos que a responsabilidade é enorme, mas procuramos trabalhar tranquilamente. Se a gente fizer tudo corretamente como estamos procurando fazer, no final do ano nós vamos conseguir esse título. Pensamos assim.