icons.title signature.placeholder Gabriel Carneiro
08/11/2013
10:01

O ataque do Corinthians marcou só 25 gols em 32 rodadas do Campeonato Brasileiro, assegurando a marca de segundo pior ataque da competição - à frente do Náutico, que balançou as redes 20 vezes e jogará a Série B em 2014. A proposta de Tite para aumentar o volume de gols e tentar vencer mais na reta final foi escalar Renato Augusto como referência do ataque.

Meio-campista de origem, com passagens por Flamengo e Bayer Leverkusen (ALE), o camisa 8 vai para o segundo jogo consecutivo jogando isolado na frente, e sempre com a confiança de Tite, que vê em sua estatura o segredo para o setor em que escalou até o zagueiro Paulo André recentemente.

- Minha posição é o meio-campo, sou um meia de origem. Mas aprendi que no futebol moderno você tem que atuar em duas ou mais posições, tanto que jogo de segundo volante, de atacante... Isso de poder atuar em outras posições é um diferencial para alguns jogadores. Vou tentar ajudar mesmo não estando na minha posição, estou me esforçando - afirmou o camisa 8.

Sem Guerrero, que operou uma fissura no pé esquerdo e só volta em 2014, Tite tem como opção para o ataque Alexandre Pato, o reforço mais caro da história do clube. O vilão da eliminação na Copa do Brasil, porém, está amargando o banco de reservas. Questionado sobre o fato de estar atuando em um ataque infrutífero, o jogador prefere desconversar.

- A responsabilidade de marcar é igual para todo mundo. Por eu ser meia de origem, fico mais preocupado às vezes em dar um passe e abrir espaço, é natural que pense diferente da cabeça do atacante. Se tiver oportunidade de fazer gols vou estar feliz, mas uma vitória é mais importante que eu fazer gol.