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02/06/2014
16:43

O Grêmio inicia a partir desta segunda-feira, definitivamente, a Era Arena. Depois de mais de um ano do estádio ter sido inaugurado, o clube gaúcho irá começar a mudança de sua parte administrativa para a nova casa. Mas não quer dizer que entregará o Olímpico imediatamente após a saída para a OAS. A troca só será feita quando a Arena não for garantia para os bancos financiadores do projeto.

O direito de superfície da Arena foi colocado como garantia. O Grêmio negociou e só aceitou receber a Arena totalmente desonerada, já que dava uma área da mesma forma. Este foi o último entrave superado antes da assinatura do novo acordo, nesta segunda-feira.

- O Grêmio assume o compromisso de em 90 dias se integrar à Arena. Depois, ocorrerá a permuta, quando liberada a garantia dada pelos financiadores. Os 90 dias são o prazo de virmos para cá, não de entrega do Olímpico. O Olímpico só irá para a OAs quando houver a liberação da garantia sobre a Arena - explicou o presidente Fábio Koff.

Nos próximos dias, a Arena ainda não estará totalmente liberada para ser usada pelo clube por conta da Copa do Mundo. O Grêmio fará sua intertemporada no Olímpico, utilizando o campo suplementar, já que o estádio também foi cedido para a Fifa como campo de treinamento. Enquanto isso, as obras do CT do Humaitá serão retomadas e finalizadas com recursos da OAS. Quando a Arena estiver desonerada, será no CT que os treinamentos acontecerão.

- O clube vai estar presente aqui na Arena, em até 90 dias estará aqui. O presidente Fábio Koff vai despachar aqui da Arena. Já vi a conversa com o presidente Milton Camargo, para as reuniões do Conselho Deliberativo acontecerem aqui no auditório. Para funcionar para o clube e dia a dia, mas principalmente para o torcedor - explicou o superintendente da OAS Arenas, Carlos Eduardo Paes Barreto.

O Tricolor também deflagrou o que chamou de "Operação Grêmio" para conseguir a "compra" da Arena. Um comitê com integrantes da OAS e do clube foi criado e avaliará a viabilidade do negócio ocorrer até junho de 2015. A empreiteira teria, claro, de ser ressarcida pelo investimento feito.