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03/02/2015
16:49

A caminho do Changchun Yatai, da China, o atacante Barcos confirmou sua saída do Grêmio nesta terça-feira. Porém, o Tricolor gaúcho não pretende contratar um substituto para o lugar deixado pelo argentino no ataque. O diretor-executivo de futebol do clube, Rui Costa, disse nesta terça-feira que o Imortal só deixou Barcos sair porque acredita no potencial de Marcelo Moreno para assumir a função de artilheiro do time.

- A saída do Barcos tem um significado de gestão e foi viável por causa das características dos jogadores que nós temos. O Grêmio tem hoje um grande atleta que teve uma grande fase no Cruzeiro, que é o Marcelo Moreno, e nos permite considerar e projetar uma equipe forte mesmo sem o Barcos – afirmou o cartola.

O dirigente também contou que a equipe ainda não está negociando uma renovação de contrato de Marcelo Moreno, que pode assinar pré-contrato com outro clube dentro de alguns meses. Porém, Rui Costa diz que isso vai entrar em pauta assim que o atacante for aumentando o seu protagonismo na equipe.

- Não estamos tratando do ponto de vista de negociação porque estávamos esperando o movimento do mercado. Mas agora ele já está integrado ao elenco e com a saída do Barcos ele passa a ter um protagonismo um pouco maior. Então podemos começar a ver isso. Mas não há nenhuma negociação nesse sentido em curso – revelou o dirigente, que não concorda que o elenco do time tenha sofrido um desmanche.

- Não é desmanche. Nós contratamos quatro atletas. A equipe do Grêmio está compacta, está forte. O próprio Barcos disse isso. E o torcedor pode ficar tranquilo porque o Grêmio vai ter uma equipe competitiva – prometeu o cartola.

Além de artilheiro, Barcos também era um dos líderes do elenco. Porém, o diretor de futebol gremista acredita que esse papel vai ser preenchido naturalmente por outros jogadores do elenco.

- O Grêmio tem jogadores com características de liderança. O Fellipe Bastos está surgindo aí com essa liderança, o Ramiro também. São jogadores que mesmo sendo jovens têm essa característica – concluiu Rui Costa.