icons.title signature.placeholder Alyson Gonçalo
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05/07/2013
16:28

Conhecido por revelar jogadores nas categorias de base, o Santos não tem do que reclamar do que recebeu com as vendas de atletas. Desde 2010, no início da geração comandada por Neymar que ganhou a Libertadores no ano seguinte, cerca de R$124 milhões entraram nos cofres do Peixe.

Encabeça a lista, é claro, a transferência de Neymar para o Barcelona, sacramentada em maio deste ano. O Peixe, que tinha 55% dos direitos econômicos do craque, ficou com cerca de R$27 milhões. Em segundo lugar está a venda do meia Paulo Henrique Ganso ao São Paulo, que ocorreu no fim do ano passado, quando o Santos recebeu cerca de R$24 milhões.

Nesta pausa do Campeonato Brasileiro por conta da Copa das Confederações, o clube alvinegro fechou duas vendas que geraram um lucro de aproximadamente R$22 milhões. Pela venda do goleiro Rafael ao Napoli, chegaram aos cofres do Peixe R$10,5 milhões. Já com a saída de Felipe Anderson para a Lazio, o Santos ficou com R$11,1 milhões.

Daquele time de 2010 que encantou o Brasil e conquistou o Campeonato Paulista e a Copa do Brasil, o Peixe ficou com R$8 milhões pela venda do Wesley, R$ 8,85 milhões na do André, R$2,2 milhões do Alex Sandro, R$21,7 milhões do Danilo e R$6 milhões do Zé Eduardo. O Santos ainda faturou R$6,6 milhões com o Jonathan e R$6,9 milhões com o Alan Patrick. Completam a lista R$420 mil na venda de Pará ao Grêmio e R$166 mil na saída de Rodriguinho.

Apesar desse faturamento de cerca de R$124 milhões desde 2010, o Santos teve um déficit de R$ 9 milhões no primeiro trimestre deste ano. No mesmo período de 2012, o resultado também foi negativo, mas menor: aproximadamente R$ 4,5 milhões.

Para contratar jogadores, o Peixe vem contanto com a ajuda da Teisa (Terceira Estrela Investimento), que passará a ser fundo no próximo mês e voltará a investir no clube. Inclusive, nas duas últimas contratações, do lateral-esquedo chileno Mena e do lateral-direito Cicinho, a Teisa ajudou a bancar.

Conhecido por revelar jogadores nas categorias de base, o Santos não tem do que reclamar do que recebeu com as vendas de atletas. Desde 2010, no início da geração comandada por Neymar que ganhou a Libertadores no ano seguinte, cerca de R$124 milhões entraram nos cofres do Peixe.

Encabeça a lista, é claro, a transferência de Neymar para o Barcelona, sacramentada em maio deste ano. O Peixe, que tinha 55% dos direitos econômicos do craque, ficou com cerca de R$27 milhões. Em segundo lugar está a venda do meia Paulo Henrique Ganso ao São Paulo, que ocorreu no fim do ano passado, quando o Santos recebeu cerca de R$24 milhões.

Nesta pausa do Campeonato Brasileiro por conta da Copa das Confederações, o clube alvinegro fechou duas vendas que geraram um lucro de aproximadamente R$22 milhões. Pela venda do goleiro Rafael ao Napoli, chegaram aos cofres do Peixe R$10,5 milhões. Já com a saída de Felipe Anderson para a Lazio, o Santos ficou com R$11,1 milhões.

Daquele time de 2010 que encantou o Brasil e conquistou o Campeonato Paulista e a Copa do Brasil, o Peixe ficou com R$8 milhões pela venda do Wesley, R$ 8,85 milhões na do André, R$2,2 milhões do Alex Sandro, R$21,7 milhões do Danilo e R$6 milhões do Zé Eduardo. O Santos ainda faturou R$6,6 milhões com o Jonathan e R$6,9 milhões com o Alan Patrick. Completam a lista R$420 mil na venda de Pará ao Grêmio e R$166 mil na saída de Rodriguinho.

Apesar desse faturamento de cerca de R$124 milhões desde 2010, o Santos teve um déficit de R$ 9 milhões no primeiro trimestre deste ano. No mesmo período de 2012, o resultado também foi negativo, mas menor: aproximadamente R$ 4,5 milhões.

Para contratar jogadores, o Peixe vem contanto com a ajuda da Teisa (Terceira Estrela Investimento), que passará a ser fundo no próximo mês e voltará a investir no clube. Inclusive, nas duas últimas contratações, do lateral-esquedo chileno Mena e do lateral-direito Cicinho, a Teisa ajudou a bancar.