icons.title signature.placeholder Luis Fernando Coutinho
28/07/2014
16:53

Ter 22 lutas no maior evento de MMA do planeta não é o suficiente para Gleison Tibau. Mal venceu Pat Healy na decisão dos juízes, no último dia 16 de julho, o potiguar já está de olho em seu retorno ao octógono para mais um compromisso. E para isso ele já sabe o lugar, a data e seu adversário preferido para seu próximo combate.

Em entrevista ao LANCE!Net, Tibau afirmou que quer voltar a se apresentar no Brasil, pelo UFC de Brasília, que acontece dia 13 de setembro. O atleta da American Top Team quer ser escalado para atuar ao lado do amigo Antônio Pezão, que faz a luta principal do show contra Andrei Arlovski.

- Já voltei aos treinos, não tive lesão e estou 100%. Já avisei ao UFC que estou pronto para voltar e que gostaria de lutar no Brasil, dia 13 de setembro. O Pezão é um amigão e adoraria lutar ao lado dele. Meu foco está nesse evento. O Michael Johnson é a luta que quero. Não fui bem no combate contra ele. Estava bem focado, evoluindo no combate, mas ele me acertou com um bom golpe e me tirou da luta. Essa é a luta que penso e quero muito que aconteça no Brasil - declarou o peso-leve, em conversa por telefone, citando o americano que o nocauteou em dezembro.

Apesar do desejo de Gleison, o combate pode não ser possível. Isso por que Michael Johnson estava escalado para enfrentar Bobby Green no UFC do último sábado, e teve de sair da disputa por conta de uma lesão não revelada. 

O lutador ainda avaliou seu desempenho contra Pat Healy para conquistar sua última vitória, no UFC de Atlantic City. Segundo Gleison, o americano foi o lutador que "mais o colocou pressão" na carreira.

Tibau venceu Pat Healy na decisão dos juízes (FOTO: UFC)

- Durante os treinamentos, fizemos um trabalho bem diferente, baseado em mais agilidade e rapidez. Esperava uma luta dura, o Healy é duro para qualquer um na categoria. Ele assimila bem porrada e é dificil nocautear. Isso fora a pressão dele. Nenhum lutador ofereceu tanta pressão ao meu jogo quanto ele. O Pat me obrigou a usar muita movimentação e não bater de frente com ele. Mas fico feliz pelo resultado - declarou o atleta.