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19/08/2015
17:38

O presidente do Cruzeiro, Gilvan de Pinho Tavares, manifestou-se nesta quarta-feira sobre o áudio divulgado na Internet de uma conversa sua com um integrante da facção Máfia Azul. Em entrevista ao "Estado de Minas", o dirigente ratificou que não distribuirá ingressos às organizadas feitas em homenagem ao clube, e tem uma visão diferente sobre a torcida:

- A mesma posição que tive no início, vou ter agora. Não dou ingresso. Acho que o torcedor tem que colaborar com o clube indo ao estádio, comprando camisa, fazendo sócio torcedor, para ajudar a montar time. Não é o clube que tem que sustentar torcida.

Gilvan também repudiou a divulgação do áudio de sua conversa com o integrante da Máfia Azul, que atende pelo nome de "Quik". O mandatário exigiu um pedido de desculpas do torcedor:

- Ele (Quik, integrante da Máfia Azul) foi descortês ao gravar escondido e divulgar de maneira mentirosa, porque ele colocou na rede social minha fotografia com o título "presidente libera ingresso", e a conversa foi no sentido contrário. Não vou liberar e vou continuar com minha posição, exceto nos jogos fora, em outros estados, porque existe uma norma entre os clubes de fornecer determinado número de ingressos ao visitante. São cortesias.

E MAIS
> Em áudio, torcedor cobra presidente do Cruzeiro por ingressos para organizada

O mandatário afirmou que, mesmo diante do episódio do vazamento do áudio, manterá o repassse de ingressos à facção para jogos de fora de Minas Gerais:

- Não há necessidade de cortar esses ingressos de fora do estado. Se você não repassar esses ingressos para torcedores do Cruzeiro, você acaba perdendo os ingressos. É uma forma de colaborar com quem viajou, fez esforço de acompanhar o time.

Questionado sobre a repercussão do caso, Gilvan de Pinho Tavares garantiu que foi bem recebido. E afirmou que o presidente do Palmeiras, Paulo Nobre, foi um dos que o apoiou:

- Estou recebendo muito apoio dos torcedores, conselheiros, imprensa. Vou continuar com a mesma posição. É injustiça dar ingresso para membro de torcida organizada e não dar para o torcedor comum. O presidente do Palmeiras conversou comigo, elogiou minha atitude, e também da parte dele está fazendo isso. Outros presidentes estão fazendo a mesma coisa. É o que tem que fazer. O torcedor é que tem que ajudar, não o contrário.


O presidente do Cruzeiro, Gilvan de Pinho Tavares, manifestou-se nesta quarta-feira sobre o áudio divulgado na Internet de uma conversa sua com um integrante da facção Máfia Azul. Em entrevista ao "Estado de Minas", o dirigente ratificou que não distribuirá ingressos às organizadas feitas em homenagem ao clube, e tem uma visão diferente sobre a torcida:

- A mesma posição que tive no início, vou ter agora. Não dou ingresso. Acho que o torcedor tem que colaborar com o clube indo ao estádio, comprando camisa, fazendo sócio torcedor, para ajudar a montar time. Não é o clube que tem que sustentar torcida.

Gilvan também repudiou a divulgação do áudio de sua conversa com o integrante da Máfia Azul, que atende pelo nome de "Quik". O mandatário exigiu um pedido de desculpas do torcedor:

- Ele (Quik, integrante da Máfia Azul) foi descortês ao gravar escondido e divulgar de maneira mentirosa, porque ele colocou na rede social minha fotografia com o título "presidente libera ingresso", e a conversa foi no sentido contrário. Não vou liberar e vou continuar com minha posição, exceto nos jogos fora, em outros estados, porque existe uma norma entre os clubes de fornecer determinado número de ingressos ao visitante. São cortesias.

E MAIS
> Em áudio, torcedor cobra presidente do Cruzeiro por ingressos para organizada

O mandatário afirmou que, mesmo diante do episódio do vazamento do áudio, manterá o repassse de ingressos à facção para jogos de fora de Minas Gerais:

- Não há necessidade de cortar esses ingressos de fora do estado. Se você não repassar esses ingressos para torcedores do Cruzeiro, você acaba perdendo os ingressos. É uma forma de colaborar com quem viajou, fez esforço de acompanhar o time.

Questionado sobre a repercussão do caso, Gilvan de Pinho Tavares garantiu que foi bem recebido. E afirmou que o presidente do Palmeiras, Paulo Nobre, foi um dos que o apoiou:

- Estou recebendo muito apoio dos torcedores, conselheiros, imprensa. Vou continuar com a mesma posição. É injustiça dar ingresso para membro de torcida organizada e não dar para o torcedor comum. O presidente do Palmeiras conversou comigo, elogiou minha atitude, e também da parte dele está fazendo isso. Outros presidentes estão fazendo a mesma coisa. É o que tem que fazer. O torcedor é que tem que ajudar, não o contrário.