icons.title signature.placeholder Fabricio Crepaldi
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17/07/2013
19:48

O técnico Gilson Kleina será julgado novamente por "ofensas à honra" do árbitro Wagner Reway após a derrota por 1 a 0 para o Sport, em jogo disputado no dia 8 de junho. No primeiro julgamento, ele pegou uma partida de suspensão, mas a procuradoria do STJD recorreu e avaliará novamente o caso nesta quinta-feira, assim como o do volante Márcio Araújo, expulso depois do apito final da partida em questão por reclamar com o juiz.

O treinador se defende das acusações, mas acredita na idoneidade do STJD para ser absolvido.

- Jamais quero ofender a honra de ninguém, só queria que entendessem que treinador tem emoção. Eu defendi o Palmeiras da maneira que eu achei que deveria. Minha reação foi só com o bandeira, porque não ajudou nesses erros. Acho que os auditores, as pessoas responsáveis, têm todo conhecimento, vão entender e pode ter certeza que a idoneidade deles é indiscutível - declarou ele, ao LANCE!Net.

Gilson Kleina fez questão de explicar os motivos pelos quais reclamou com o árbitro após o gol irregular do atacante Nunes. Segundo ele, a revolta foi por conta do calor do momento.

- Para mim é até surpresa, fui começar o treino e me avisaram disso, que foram rever a súmula. Nunca aconteceu isso comigo, quando fui me defender, coloquei que o que eu fiz foi da emoção por ter perdido o jogo pela irregularidade. Jamais entrei para chamar atenção - falou.

- O jogo acabou tecnicamente com 20 minutos pela chuva, falamos com o árbitro sobre integridade física, ficou perigoso e até teve um lance em que rasgaram a canela do Leandro. O lance foi a 10 metros de mim, não foi escanteio. Dá a sequência, toma o gol irregular, o próprio atleta disse isso. Gerou uma indignação, poderíamos ter levado um ponto e não levamos nenhum - completou ele.

O técnico Gilson Kleina será julgado novamente por "ofensas à honra" do árbitro Wagner Reway após a derrota por 1 a 0 para o Sport, em jogo disputado no dia 8 de junho. No primeiro julgamento, ele pegou uma partida de suspensão, mas a procuradoria do STJD recorreu e avaliará novamente o caso nesta quinta-feira, assim como o do volante Márcio Araújo, expulso depois do apito final da partida em questão por reclamar com o juiz.

O treinador se defende das acusações, mas acredita na idoneidade do STJD para ser absolvido.

- Jamais quero ofender a honra de ninguém, só queria que entendessem que treinador tem emoção. Eu defendi o Palmeiras da maneira que eu achei que deveria. Minha reação foi só com o bandeira, porque não ajudou nesses erros. Acho que os auditores, as pessoas responsáveis, têm todo conhecimento, vão entender e pode ter certeza que a idoneidade deles é indiscutível - declarou ele, ao LANCE!Net.

Gilson Kleina fez questão de explicar os motivos pelos quais reclamou com o árbitro após o gol irregular do atacante Nunes. Segundo ele, a revolta foi por conta do calor do momento.

- Para mim é até surpresa, fui começar o treino e me avisaram disso, que foram rever a súmula. Nunca aconteceu isso comigo, quando fui me defender, coloquei que o que eu fiz foi da emoção por ter perdido o jogo pela irregularidade. Jamais entrei para chamar atenção - falou.

- O jogo acabou tecnicamente com 20 minutos pela chuva, falamos com o árbitro sobre integridade física, ficou perigoso e até teve um lance em que rasgaram a canela do Leandro. O lance foi a 10 metros de mim, não foi escanteio. Dá a sequência, toma o gol irregular, o próprio atleta disse isso. Gerou uma indignação, poderíamos ter levado um ponto e não levamos nenhum - completou ele.