icons.title signature.placeholder Felippe Rocha
11/11/2014
12:23

Seja qual for o resultado da eleição do Vasco, que está acontecendo ao longo desta terça-feira, em São Januário, os desafios estão longe de serem pequenos. Cada candidato tem suas prioridades, seus projetos e seu plano de gestão. Mas algumas questões são incontestáveis.

No futebol profissional, a demora que o Vasco demonstrou para chegar ao G4 da Série B, a incapacidade de chegar à liderança da competição e as irregulares atuações da maioria dos jogadores são provas de que, para a Série A - que está muito próxima - uma grande mudança precisará ser feita. O presidente que assumir e o departamento de futebol que comandarem o processo sabem que se 2014, na segunda divisão, não foi tranquilo, mantida a base do plantel, 2015 tende a ser negativamente emocionante.

Em termos de patrimônio, o último balanço analisado (do ano de 2012, aprovado há cerca de um mês) apontava, entre bens móveis e imóveis, R$152.271.171,00. Porém, de lá para cá, algumas dependências do clube passaram por reformas, como a marquise de São Januário e a piscina da sede do Calabouço.

Por outro lado, o mau estado do próprio estádio vascaíno faz com que os candidatos planejem reformas. Mais que isso, o parque aquático, que já recebeu estrelas mundiais, segue inativo e abandonado.

Nas demais sedes, a Náutica recebeu modernização elétrica, mas o departamento de esportes náuticos segue com escassez de recursos. A verba acaba sendo insuficiente até para a manutenção da dieta dos atletas; O Calabouço teve sua piscina reformada depois de longo período sem poder ser utilizada, mas a frequência dos sócios no local segue fraco.

O Centro de Treinamento de Itaguaí é alugado pelo empresário Pedrinho Vicençote, que tem boa relação com o clube. Naturalmente, a nova gestão vai avaliar a renovação para o próximo ano do local onde as categorias de base do Vasco realizam suas atividades. O C.T. Almirante Heleno Nunes, em Caxias, é utilizado atualmente para o futebol feminino do clube.