icons.title signature.placeholder Guilherme Abrahão e Rodrigo Lois
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09/07/2013
08:04

Para os torcedores e amantes do futebol brasileiro, o Fluminense é o clube do dinheiro. Engana-se quem vê a situação do Tricolor desta forma. A realidade contrasta com os debates em mesas de bar. Tanto que, mais uma vez, o Flu precisou da ajuda de sua parceira e patrocinadora, Unimed-Rio, para concluir uma negociação importante. Enfrentando uma séria crise financeira, foi necessária intervenção da patrocinadora para adquirir os 50% dos direitos econômicos do volante Jean, depositados na última semana. A parceira pagou R$ 3,5 milhões ao São Paulo, o antigo "dono". Desta forma, ficou com uma fatia do percentual do jogador.

O caso não é novidade no clube. Alguns jogadores do elenco são da Unimed Participações, empresa criada para administrar os direitos econômicos de muitos atletas. O apoiador Wágner, por exemplo, contratado junto ao Gaziantepspor (TUR) no início de 2012, por cerca de R$ 12 milhões, tem 80% de seus direitos pertencentes à empresa, assim como Thiago Neves.

LEIA TAMBÉM
Rodrigo Caetano garante Jean no Fluminense até o final do ano
Flu faz depósito e fica com 85% dos direitos econômicos de Jean

Mesmo com este cenário, o Fluminense luta para não ter mais a imagem tão atrelada ao patrocinador. O próprio Celso Barros, presidente da parceira do clube, pensa da mesma forma. No início do ano, deixou claro que não pretendia investir pesado nesta temporada. Ao ser questionado pelo LANCE!Net sobre a possível venda de Thiago Neves, afirmou que "o dinheiro da Unimed é da Unimed".

A venda de Wellington Nem seria um alívio para os cofres do clube. Formado na base, o Flu tinha 70% dos direitos do jogador. Porém, todos os cerca de R$ 15 milhões foram penhorados pela Procuradoria Geral da Fazenda Nacional. O clube segue batalhando para liberar o dinheiro pago pelo Shakhtar Donetsk (UCR). Por isso, não oficializou a compra de Jean.

Situação de Thiago Neves sem resolução

O Fluminense segue buscando uma alternativa para consumar ainda esta semana a situação do apoiador Thiago Neves. Com receio de ter penhorados os cerca de R$ 3,6 milhões referentes aos 20% do percentual que o clube tem do jogador, o clube ainda não definiu se o apoiador fica ao vai para o Al Hilal (SAU), interessado em contratá-lo.

A demora para resolver o imbróglio já começa a irritar os sauditas que querem uma resposta do clube até o fim desta semana. Além disso, ainda falta um acerto em relação a como o Fluminense receberá o dinheiro. O clube exige o pagamento em até duas parcelas. Os cerca de R$ 14,4 milhões restantes serão todos da Unimed, detentora de 80% dos direitos do camisa 10.

A linha cautelosa sobre a negociação segue sendo adotada pelos dirigentes tricolores.

– Até o fim desta semana queremos resolver a situação do Thiago Neves. Se for para ele sair ou ficar, precisamos acertar isto. Estamos vendo alguns detalhes – disse o diretor executivo, Rodrigo Caetano.

Para os torcedores e amantes do futebol brasileiro, o Fluminense é o clube do dinheiro. Engana-se quem vê a situação do Tricolor desta forma. A realidade contrasta com os debates em mesas de bar. Tanto que, mais uma vez, o Flu precisou da ajuda de sua parceira e patrocinadora, Unimed-Rio, para concluir uma negociação importante. Enfrentando uma séria crise financeira, foi necessária intervenção da patrocinadora para adquirir os 50% dos direitos econômicos do volante Jean, depositados na última semana. A parceira pagou R$ 3,5 milhões ao São Paulo, o antigo "dono". Desta forma, ficou com uma fatia do percentual do jogador.

O caso não é novidade no clube. Alguns jogadores do elenco são da Unimed Participações, empresa criada para administrar os direitos econômicos de muitos atletas. O apoiador Wágner, por exemplo, contratado junto ao Gaziantepspor (TUR) no início de 2012, por cerca de R$ 12 milhões, tem 80% de seus direitos pertencentes à empresa, assim como Thiago Neves.

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Mesmo com este cenário, o Fluminense luta para não ter mais a imagem tão atrelada ao patrocinador. O próprio Celso Barros, presidente da parceira do clube, pensa da mesma forma. No início do ano, deixou claro que não pretendia investir pesado nesta temporada. Ao ser questionado pelo LANCE!Net sobre a possível venda de Thiago Neves, afirmou que "o dinheiro da Unimed é da Unimed".

A venda de Wellington Nem seria um alívio para os cofres do clube. Formado na base, o Flu tinha 70% dos direitos do jogador. Porém, todos os cerca de R$ 15 milhões foram penhorados pela Procuradoria Geral da Fazenda Nacional. O clube segue batalhando para liberar o dinheiro pago pelo Shakhtar Donetsk (UCR). Por isso, não oficializou a compra de Jean.

Situação de Thiago Neves sem resolução

O Fluminense segue buscando uma alternativa para consumar ainda esta semana a situação do apoiador Thiago Neves. Com receio de ter penhorados os cerca de R$ 3,6 milhões referentes aos 20% do percentual que o clube tem do jogador, o clube ainda não definiu se o apoiador fica ao vai para o Al Hilal (SAU), interessado em contratá-lo.

A demora para resolver o imbróglio já começa a irritar os sauditas que querem uma resposta do clube até o fim desta semana. Além disso, ainda falta um acerto em relação a como o Fluminense receberá o dinheiro. O clube exige o pagamento em até duas parcelas. Os cerca de R$ 14,4 milhões restantes serão todos da Unimed, detentora de 80% dos direitos do camisa 10.

A linha cautelosa sobre a negociação segue sendo adotada pelos dirigentes tricolores.

– Até o fim desta semana queremos resolver a situação do Thiago Neves. Se for para ele sair ou ficar, precisamos acertar isto. Estamos vendo alguns detalhes – disse o diretor executivo, Rodrigo Caetano.