icons.title signature.placeholder Sergio Arêas
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17/07/2013
09:01

A possibilidade de rescisão de contrato com o Consórcio Complexo Maracanã Entretenimento S.A. pode sim gerar custos ao Fluminense. Mas eles serão proporcionais. Neste caso, será levado em consideração desde o tempo do contrato restante até as condições para que o clube possa construir um estádio próprio.

O acordo assinado semana passada pela diretoria tricolor com os novos administradores do estádio é válido por 35 anos. Entre as muitas cláusulas de confidencialidade, existe uma que estabelece que, caso surja, neste período, alguma proposta vantajosa, o Fluminense poderá rescindir o contrato com o consórcio.

– As cláusulas de rescisão são proporcionais ao tempo cumprido no contrato e até se o clube conseguir algo em seu benefício, como é o caso da construção de um estádio. Se o Fluminense encontrar possibilidade de construir um estádio próprio, com um terreno cedido, um parceiro para a construção e o contrato for muito bom, com poucos custos, poderemos indenizar o consórcio. Mas tudo isso dentro de um valor proporcional – afirmou presidente tricolor, Peter Siemsen.

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A ideia de construir um estádio próprio não é novidade nas Laranjeiras. Mas, a partir do momento que surgiu boa possibilidade de acordo com o consórcio que hoje administra o Maracanã, ela foi abortada, até mesmo pelo momento financeiramente delicado em que o clube se encontra. Além disto, a especulação imobiliária no Rio de Janeiro é algo que assusta possíveis investidores.

Outro ponto que pesou a favor da assinatura do contrato com o Complexo Maracanã é o exemplo de clubes como o Grêmio. O Tricolor gaúcho assinou contrato por três décadas com a construtora responsável pela nova arena, depois considerou o acordo desfavorável, mas não pôde voltar atrás.

A possibilidade de rescisão de contrato com o Consórcio Complexo Maracanã Entretenimento S.A. pode sim gerar custos ao Fluminense. Mas eles serão proporcionais. Neste caso, será levado em consideração desde o tempo do contrato restante até as condições para que o clube possa construir um estádio próprio.

O acordo assinado semana passada pela diretoria tricolor com os novos administradores do estádio é válido por 35 anos. Entre as muitas cláusulas de confidencialidade, existe uma que estabelece que, caso surja, neste período, alguma proposta vantajosa, o Fluminense poderá rescindir o contrato com o consórcio.

– As cláusulas de rescisão são proporcionais ao tempo cumprido no contrato e até se o clube conseguir algo em seu benefício, como é o caso da construção de um estádio. Se o Fluminense encontrar possibilidade de construir um estádio próprio, com um terreno cedido, um parceiro para a construção e o contrato for muito bom, com poucos custos, poderemos indenizar o consórcio. Mas tudo isso dentro de um valor proporcional – afirmou presidente tricolor, Peter Siemsen.

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A ideia de construir um estádio próprio não é novidade nas Laranjeiras. Mas, a partir do momento que surgiu boa possibilidade de acordo com o consórcio que hoje administra o Maracanã, ela foi abortada, até mesmo pelo momento financeiramente delicado em que o clube se encontra. Além disto, a especulação imobiliária no Rio de Janeiro é algo que assusta possíveis investidores.

Outro ponto que pesou a favor da assinatura do contrato com o Complexo Maracanã é o exemplo de clubes como o Grêmio. O Tricolor gaúcho assinou contrato por três décadas com a construtora responsável pela nova arena, depois considerou o acordo desfavorável, mas não pôde voltar atrás.