icons.title signature.placeholder Carlos Alberto Vieira
26/06/2014
18:00

Nesta quinta-feira a Arena da Amazônia recebeu o seu último evento ligado à Copa do Mundo. Após ser a sede de quatro jogos na primeira fase, o último ocorreu na quarta-feira com a vitória da Suíça sobre Honduras por 3 a 0, o local foi palco do evento "Fifa , 11 Pela Saúde". Cerca de 200 estudantes entre 12 e 13 anos, representando 11 escolas que durante dois meses receberam aulas sobre cuidados com a saúde e que incentivam meninos e meninas a jogarem futebol, ganharam diplomas das mãos do diretor médico da Fifa, o tcheco Jiri Dvorak, criador deste programa educativo.

- Queremos que o futebol mude a vidas das crianças e este programa é um dos nossos maiores legados. Queremos que nossos jovens joguem futebol e cuidem da saúde. Implantamos o Fifa 11 pela Saúde no Brasil com muito sucesso. Manaus foi uma das cidades que mais se engajaram em todo o mundo. E que isso seja o começo de uma parceria duradoura que trará saúde às prõximas gerações - disse Dvórak, usando uma camisa do programa.

 De acordo com o suíço, a Fifa vem conversando com prefeitos e governadores das sedes da Copa no Brasil e o objetivo traçado é que o programa seja implantado em 45 mil escolas no país até 2019.

A solenidade também serviu para os voluntários da Copa do Mundo ganharem uma homenagem da prefeitura de Manaus. Em vez de trabalharem na Arena, eles puderam sentar nas cadeiras e acompanharam uma rápida apresentação dos garotos no gramado.

- Não há a menor dúvida de que a Copa do Mundo se tornou um divisor de águas para Manaus.  Tudo funcionou muito bem em campo, com grandes jogos, e fora, com a nossa hospitalidade. E conseguimos criar uma cultura da solidariedade com o trabalho dos voluntários. Isso que é tão comum na Europa, passou a existir aqui. E esta pequena parcela que está aqui na Arena neste evento representa este pessoal. Hoje, tivemos voluntários no futebol. Amanhã, pode ser durante uma enchente ou sempre que precisarmos - disse o prefeito Arthur Virgílio.