icons.title signature.placeholder Eduardo Mendes, Rodrigo Vessoni e Thiago Salata
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02/07/2013
07:03

O período de observações nos sete amistosos que antecederam a estreia na Copa das Confederações serviu para Luiz Felipe Scolari definir uma base que terminou o torneio com apenas uma mudança no time – por causa de lesão – nos cinco jogos disputados.

Um princípio de identidade adquirido e que serve como alento para o Mundial de 2014 respaldo, por ora, pela vitória irretocável sobre a Espanha e, consequentemente, a conquista do título.

Apenas contra a Itália, Felipão teve de promover a entrada de Hernanes no lugar de Paulinho, que havia sofrido uma torção no tornozelo esquerdo. Nas demais partidas, por sua vez, o 4-2-3-1 manteve-se intacto e ganhou formatação.

– Ganhamos de quatro campeões mundiais: Espanha, Itália, Uruguai e agora Espanha. Para um time que vinha com muita dificuldade, é algo que faz com que eles possam jogar de forma diferente – comentou o treinador.

Satisfeito com os resultados e com a evolução da equipe em um período de pouco mais de um mês, o técnico, porém, não descarta novas observações para daqui um ano.

– Tenho de olhar mais gente. Não prometo que esse é o grupo para o Mundial. Já falei para eles. A porta está sempre aberta para grandes jogadores – disse.

Novas possibilidades de testes já anunciadas pelo treinador no dia em que confirmou os 23 nomes para a disputa da Copa das Confederações no início de maio.

Até o fim deste ano, serão mais nove compromissos, dos quais sete serão amistosos e outros dois jogos válidos pelo Superclássico das Américas contra a Argentina.

Mudanças cogitadas, mas com a sombra, agora, de um grupo que desafiou as críticas e conquistou a torcida brasileira. Fator, inclusive, que pode dificultar muitas alterações da base que começa a ser formada para o Mundial de 2014.

FELIPÃO NO PERÍODO DA COPA DAS CONFEDERAÇÕES:

A CAMPANHA:

7 Jogos (cinco na Copa-13 e dois amistosos)
6 vitórias
1 empate
0 derrota
90,4% de aproveitamento
19 gols pró
5 gols contra
9 cartões amarelos
0 cartão vermelho

MAIS UTILIZADOS:

630 min - Thiago Silva, Daniel Alves e Julio Cesar (7 jogos)
592 min - Neymar (7 jogos)
584 min - Marcelo (7 jogos)
577 min - Luiz Gustavo (7 jogos)
574 min - Fred (7 jogos)
573 min - David Luiz (7 jogos)
529 min - Paulinho (6 jogos)
526 min - Oscar (7 jogos)
504 min - Hulk (7 jogos)
205 min - Hernanes (7 jogos)
87 min - Lucas (4 jogos)
61 min - Dante (3 jogos)
56 min - Fernando (3 jogos)
54 min - Bernard (4 jogos)
46 min - Jô (4 jogos)
46 min - Filipe Luiz (1 jogo)
20 min - Leandro Damião (1 jogo)
17 min - Jadson (1 jogo)
0 min - Jefferson, Diego Cavalieri, Réver e Jean

OS ARTILHEIROS:

6 gols - Fred
4 gols - Neymar
3 gols - Paulinho
2 gols - Fred
1 gol - Dante, Oscar, Hernanes e Lucas

RAIO-X DOS 23 CONVOCADOS:

GOLEIROS:

Julio Cesar atuou todos os jogos, se firmou e voltou a cair nas graças da torcida. Cavalieri e Jefferson, que não jogaram, foram analisados fora de campo pelo treinador.

LATERAIS:

Daniel Alves e Marcelo não fizeram gols, mas foram titulares absolutos e corresponderam à expectativa do treinador. Filipe Luis atuou apenas no amistoso contra a Inglaterra. Jean, que não entrou em campo, teve seu comportamento analisado pelo treinador.

ZAGUEIROS:

Thiago Silva e David Luiz não apenas foram titulares, como tiveram participações fundamentais nos sete jogos. A dupla têm a confiança do treinador, que não nunca pensou em trocá-la. Dante, que entrou em três jogos e fez um gol, é outro que tem moral com o treinador. Réver não jogou.

VOLANTES:

Luiz Gustavo e Paulinho foram titulares e cumpriram seus papéis. O primeiro, como cão de guarda. O segundo, como homem que levava a equipe à frente, inclusive, com gols. Hernanes foi uma espécie de 12 jogador, já que entrou em todos os jogos desse período. Fernando foi utilizado em três, mas tem moral com Scolari.

MEIA-ATACANTES:

Oscar fez apenas um gol, mas atuou em todos os jogos e ganhou moral com o treinador pela dedicação tática, abrindo mão do brilho individual. Lucas começou como 12 jogador, mas perdeu espaço e quase não entrou em campo nos últimos jogos. Jadson entrou apenas alguns minutos da decisão.

ATACANTES:

Neymar fez jus à fama de astro do futebol brasileiro, marcou gols, foi o melhor da Copa-13 e foi o principal homem da Seleção Brasileira. Fred fez o mesmo, sendo artilheiro desse período com Felipão (seis gols) e responsável direto pelo título. Hulk não foi tão bem, mas compensou com sua dedicação tática, o que é um bom indício para se dar bem com Felipão. Jô atuou pouco, mas fez dois gols e deixou boa imagem. Bernard 'tomou' o lugar de queridinho que era de Lucas e ficou com moral. Leandro Damião se lesionou e não pôde ser avaliado.

O período de observações nos sete amistosos que antecederam a estreia na Copa das Confederações serviu para Luiz Felipe Scolari definir uma base que terminou o torneio com apenas uma mudança no time – por causa de lesão – nos cinco jogos disputados.

Um princípio de identidade adquirido e que serve como alento para o Mundial de 2014 respaldo, por ora, pela vitória irretocável sobre a Espanha e, consequentemente, a conquista do título.

Apenas contra a Itália, Felipão teve de promover a entrada de Hernanes no lugar de Paulinho, que havia sofrido uma torção no tornozelo esquerdo. Nas demais partidas, por sua vez, o 4-2-3-1 manteve-se intacto e ganhou formatação.

– Ganhamos de quatro campeões mundiais: Espanha, Itália, Uruguai e agora Espanha. Para um time que vinha com muita dificuldade, é algo que faz com que eles possam jogar de forma diferente – comentou o treinador.

Satisfeito com os resultados e com a evolução da equipe em um período de pouco mais de um mês, o técnico, porém, não descarta novas observações para daqui um ano.

– Tenho de olhar mais gente. Não prometo que esse é o grupo para o Mundial. Já falei para eles. A porta está sempre aberta para grandes jogadores – disse.

Novas possibilidades de testes já anunciadas pelo treinador no dia em que confirmou os 23 nomes para a disputa da Copa das Confederações no início de maio.

Até o fim deste ano, serão mais nove compromissos, dos quais sete serão amistosos e outros dois jogos válidos pelo Superclássico das Américas contra a Argentina.

Mudanças cogitadas, mas com a sombra, agora, de um grupo que desafiou as críticas e conquistou a torcida brasileira. Fator, inclusive, que pode dificultar muitas alterações da base que começa a ser formada para o Mundial de 2014.

FELIPÃO NO PERÍODO DA COPA DAS CONFEDERAÇÕES:

A CAMPANHA:

7 Jogos (cinco na Copa-13 e dois amistosos)
6 vitórias
1 empate
0 derrota
90,4% de aproveitamento
19 gols pró
5 gols contra
9 cartões amarelos
0 cartão vermelho

MAIS UTILIZADOS:

630 min - Thiago Silva, Daniel Alves e Julio Cesar (7 jogos)
592 min - Neymar (7 jogos)
584 min - Marcelo (7 jogos)
577 min - Luiz Gustavo (7 jogos)
574 min - Fred (7 jogos)
573 min - David Luiz (7 jogos)
529 min - Paulinho (6 jogos)
526 min - Oscar (7 jogos)
504 min - Hulk (7 jogos)
205 min - Hernanes (7 jogos)
87 min - Lucas (4 jogos)
61 min - Dante (3 jogos)
56 min - Fernando (3 jogos)
54 min - Bernard (4 jogos)
46 min - Jô (4 jogos)
46 min - Filipe Luiz (1 jogo)
20 min - Leandro Damião (1 jogo)
17 min - Jadson (1 jogo)
0 min - Jefferson, Diego Cavalieri, Réver e Jean

OS ARTILHEIROS:

6 gols - Fred
4 gols - Neymar
3 gols - Paulinho
2 gols - Fred
1 gol - Dante, Oscar, Hernanes e Lucas

RAIO-X DOS 23 CONVOCADOS:

GOLEIROS:

Julio Cesar atuou todos os jogos, se firmou e voltou a cair nas graças da torcida. Cavalieri e Jefferson, que não jogaram, foram analisados fora de campo pelo treinador.

LATERAIS:

Daniel Alves e Marcelo não fizeram gols, mas foram titulares absolutos e corresponderam à expectativa do treinador. Filipe Luis atuou apenas no amistoso contra a Inglaterra. Jean, que não entrou em campo, teve seu comportamento analisado pelo treinador.

ZAGUEIROS:

Thiago Silva e David Luiz não apenas foram titulares, como tiveram participações fundamentais nos sete jogos. A dupla têm a confiança do treinador, que não nunca pensou em trocá-la. Dante, que entrou em três jogos e fez um gol, é outro que tem moral com o treinador. Réver não jogou.

VOLANTES:

Luiz Gustavo e Paulinho foram titulares e cumpriram seus papéis. O primeiro, como cão de guarda. O segundo, como homem que levava a equipe à frente, inclusive, com gols. Hernanes foi uma espécie de 12 jogador, já que entrou em todos os jogos desse período. Fernando foi utilizado em três, mas tem moral com Scolari.

MEIA-ATACANTES:

Oscar fez apenas um gol, mas atuou em todos os jogos e ganhou moral com o treinador pela dedicação tática, abrindo mão do brilho individual. Lucas começou como 12 jogador, mas perdeu espaço e quase não entrou em campo nos últimos jogos. Jadson entrou apenas alguns minutos da decisão.

ATACANTES:

Neymar fez jus à fama de astro do futebol brasileiro, marcou gols, foi o melhor da Copa-13 e foi o principal homem da Seleção Brasileira. Fred fez o mesmo, sendo artilheiro desse período com Felipão (seis gols) e responsável direto pelo título. Hulk não foi tão bem, mas compensou com sua dedicação tática, o que é um bom indício para se dar bem com Felipão. Jô atuou pouco, mas fez dois gols e deixou boa imagem. Bernard 'tomou' o lugar de queridinho que era de Lucas e ficou com moral. Leandro Damião se lesionou e não pôde ser avaliado.