icons.title signature.placeholder Guilherme Abrahão
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05/07/2013
21:08

A venda de Thiago Neves para o Al Hilal (SAU) que parecia estar praticamente sacramentada começa a ganhar novos capítulos. Após o jogador acertar todos os termos contratuais com os sauditas, o Fluminense pode virar um entrave na negociação. Além de debater com o clube árabe a melhor forma que será feito o pagamento dos R$ 18 milhões, o medo de ter os valores pertencentes penhorados, começam a virar um problema.

Assim como no caso de Wellington Nem, vendido para o Shakthar Donestk (UCR), no último mês, quando os cerca de R$ 22 milhões foram todos penhorados pela Procuradoria Geral da Fazenda Nacional, o Tricolor teme que sua parte pertencente pela venda do jogador, cerca de R$ 3,6 milhões, tenham o mesmo destino - os outros R$ 14,4 milhões serão destinados a Unimed Participações. Desta forma, o clube tenta costurar uma forma de conseguir a entrada do dinheiro sem ser penhorado e por isso a negociação ainda não foi sacramentada.

Além deste entrave, o Fluminense ainda tem criado empecilhos para finalizar a forma de pagamento. O Al Hilal acena em pagar os R$ 16 milhões em três ou quatro parcelas, algo que o Flu não quer aceitar, já que não será vantajoso para o clube que detém apenas 20% dos direitos do meia. Os outros 80% pertecem a Unimed Participações. O Tricolor bateu o pé e aceitou o pagamento em até duas parcelas. Vendo a demora, o Al Hilal acenou com a possibilidade de aceitar as condições impostas pelo clube.

Percebendo a demora para acertar a negociação, o Al Hilal começa a se mostrar impaciente e aguarda uma resposta positiva do Fluminense ainda no início desta semana. Entre Thiago Neves, Al Hilal e seus agentes tudo já foi acordado e o apoiador só aguarda o aval do Flu para viajar, realizar exames médicos e assinar um vínculo de dois anos. Em contrato, o jogador também terá uma cláusula que o libera para negociar com clubes do futebol europeu.

VEJA MAIS:
Desacordo com o Flu pode atrapalhar negociação de Thiago Neves 


A negociação com o outro interessado, o Al Shabab (SAU), foi descartada pelo jogador por ter sido toda costurada por outras partes envolvidas, sem a ciência do apoiador. Porém, o Fluminense chegou a proposta com os valores de cerca de R$ 16 milhões e gostou da intenção dos sauditas, que assinalaram em pagar este valor à vista.

A venda de Thiago Neves para o Al Hilal (SAU) que parecia estar praticamente sacramentada começa a ganhar novos capítulos. Após o jogador acertar todos os termos contratuais com os sauditas, o Fluminense pode virar um entrave na negociação. Além de debater com o clube árabe a melhor forma que será feito o pagamento dos R$ 18 milhões, o medo de ter os valores pertencentes penhorados, começam a virar um problema.

Assim como no caso de Wellington Nem, vendido para o Shakthar Donestk (UCR), no último mês, quando os cerca de R$ 22 milhões foram todos penhorados pela Procuradoria Geral da Fazenda Nacional, o Tricolor teme que sua parte pertencente pela venda do jogador, cerca de R$ 3,6 milhões, tenham o mesmo destino - os outros R$ 14,4 milhões serão destinados a Unimed Participações. Desta forma, o clube tenta costurar uma forma de conseguir a entrada do dinheiro sem ser penhorado e por isso a negociação ainda não foi sacramentada.

Além deste entrave, o Fluminense ainda tem criado empecilhos para finalizar a forma de pagamento. O Al Hilal acena em pagar os R$ 16 milhões em três ou quatro parcelas, algo que o Flu não quer aceitar, já que não será vantajoso para o clube que detém apenas 20% dos direitos do meia. Os outros 80% pertecem a Unimed Participações. O Tricolor bateu o pé e aceitou o pagamento em até duas parcelas. Vendo a demora, o Al Hilal acenou com a possibilidade de aceitar as condições impostas pelo clube.

Percebendo a demora para acertar a negociação, o Al Hilal começa a se mostrar impaciente e aguarda uma resposta positiva do Fluminense ainda no início desta semana. Entre Thiago Neves, Al Hilal e seus agentes tudo já foi acordado e o apoiador só aguarda o aval do Flu para viajar, realizar exames médicos e assinar um vínculo de dois anos. Em contrato, o jogador também terá uma cláusula que o libera para negociar com clubes do futebol europeu.

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A negociação com o outro interessado, o Al Shabab (SAU), foi descartada pelo jogador por ter sido toda costurada por outras partes envolvidas, sem a ciência do apoiador. Porém, o Fluminense chegou a proposta com os valores de cerca de R$ 16 milhões e gostou da intenção dos sauditas, que assinalaram em pagar este valor à vista.