icons.title signature.placeholder João Matheus Ferreira e Marcello Vieira
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04/07/2013
09:30

Contratações milionárias e elenco repleto de astros não são mais realidade no Fluminense. Hoje, o clube mudou a ideologia de trabalho. A prioridade é investir nas categorias de base para conseguir sucesso no time profissional e lucrar ainda mais em uma possível venda futura.

O caso de Wellington Nem, vendido ao Shakhtar Donetsk (UCR) por R$ 23,3 milhões, é o exemplo perfeito de como a diretoria pretende trabalhar daqui para a frente. Hoje, o elenco profissional conta com dez jogadores formados nas categorias de base.

O mais novo de todos é o atacante Kenedy, de apenas 17 anos. A antecipação da promoção do garoto, que ainda é juvenil, foi pedida pelo próprio técnico Abel Braga. Dentro do clube, é considerada a maior aposta entre todas as últimas revelações. Atualmente, no entanto, está em recuperação de uma lesão no púbis.

- Trabalhamos com o objetivo de formar jogador para o profissional. Isso está claro para todos que trabalham em Xerém. Temos expectativas para vários jogadores, mas prefiro não citar nomes - disse o gerente geral da base, Fernando Simone.

LEIA TAMBÉM
- Mina de ouro tricolor! Flu esquece contratações e investe na base
- Fluminense pretende explorar mais a imagem de Fred, novo ícone nacional

Mas para que o trabalho seja bem feito, é fundamental que a integração entre as comissões técnicas da base e do profissional ocorra em total sintonia. E todos dentro do clube garantem que isso acontece. Um bom exemplo é que o auxiliar de Abel, Leomir, acompanha de perto vários jogos dos juvenis e dos juniores.

Neste novo contexto, será cada vez mais comum ver os "moleques de Xerém" ganhando espaço. Tanto nos gramados quanto nos cofres.

'MINA DE OURO' A CAMINHO

Apesar da expectativa tanto de dirigentes quanto de torcedores em relação à atual geração dos juniores do Fluminense, os especialistas de Xerém mandam um recado: ainda tem muita coisa boa por vir nos próximos anos.

Principalmente na geração nascida entre 1997 e 1998, que hoje atua pela categoria sub-15. O clube considera esta a "mina de ouro", pois conta com diversos jogadores que podem dar frutos para o profissional entre três e quatro anos.

Outra geração considerada especial é a sub-17, que tem três grandes promessas da base tricolor: o goleiro Marcos Felipe, o meia Robert e o atacante Kenedy. O último, inclusive, já está integrado ao elenco profissional.

Atualmente, o departamento de capacitação do clube busca jogadores em todo o Brasil para a categoria sub-13.

PADRONIZAÇÃO TÁTICA

O esquema tático padronizado em todas as categorias e a busca por um futebol moderno é o grande objetivo do Fluminense em Xerém. No entanto, os dirigentes não cansam de bater na tecla de que não se pode perder a essência do futebol brasileiro.

- A questão é o conceito. Qual é o conceito de jogar? Tem que jogar de forma bonita e o futebol brasileiro precisa resgatar isso - disse o coordenador técnico das categorias de base, Klauss Camara.

O clube trabalha para que os dois volantes saibam marcar e atacar e os laterais saibam quando devem subir.

Contratações milionárias e elenco repleto de astros não são mais realidade no Fluminense. Hoje, o clube mudou a ideologia de trabalho. A prioridade é investir nas categorias de base para conseguir sucesso no time profissional e lucrar ainda mais em uma possível venda futura.

O caso de Wellington Nem, vendido ao Shakhtar Donetsk (UCR) por R$ 23,3 milhões, é o exemplo perfeito de como a diretoria pretende trabalhar daqui para a frente. Hoje, o elenco profissional conta com dez jogadores formados nas categorias de base.

O mais novo de todos é o atacante Kenedy, de apenas 17 anos. A antecipação da promoção do garoto, que ainda é juvenil, foi pedida pelo próprio técnico Abel Braga. Dentro do clube, é considerada a maior aposta entre todas as últimas revelações. Atualmente, no entanto, está em recuperação de uma lesão no púbis.

- Trabalhamos com o objetivo de formar jogador para o profissional. Isso está claro para todos que trabalham em Xerém. Temos expectativas para vários jogadores, mas prefiro não citar nomes - disse o gerente geral da base, Fernando Simone.

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Mas para que o trabalho seja bem feito, é fundamental que a integração entre as comissões técnicas da base e do profissional ocorra em total sintonia. E todos dentro do clube garantem que isso acontece. Um bom exemplo é que o auxiliar de Abel, Leomir, acompanha de perto vários jogos dos juvenis e dos juniores.

Neste novo contexto, será cada vez mais comum ver os "moleques de Xerém" ganhando espaço. Tanto nos gramados quanto nos cofres.

'MINA DE OURO' A CAMINHO

Apesar da expectativa tanto de dirigentes quanto de torcedores em relação à atual geração dos juniores do Fluminense, os especialistas de Xerém mandam um recado: ainda tem muita coisa boa por vir nos próximos anos.

Principalmente na geração nascida entre 1997 e 1998, que hoje atua pela categoria sub-15. O clube considera esta a "mina de ouro", pois conta com diversos jogadores que podem dar frutos para o profissional entre três e quatro anos.

Outra geração considerada especial é a sub-17, que tem três grandes promessas da base tricolor: o goleiro Marcos Felipe, o meia Robert e o atacante Kenedy. O último, inclusive, já está integrado ao elenco profissional.

Atualmente, o departamento de capacitação do clube busca jogadores em todo o Brasil para a categoria sub-13.

PADRONIZAÇÃO TÁTICA

O esquema tático padronizado em todas as categorias e a busca por um futebol moderno é o grande objetivo do Fluminense em Xerém. No entanto, os dirigentes não cansam de bater na tecla de que não se pode perder a essência do futebol brasileiro.

- A questão é o conceito. Qual é o conceito de jogar? Tem que jogar de forma bonita e o futebol brasileiro precisa resgatar isso - disse o coordenador técnico das categorias de base, Klauss Camara.

O clube trabalha para que os dois volantes saibam marcar e atacar e os laterais saibam quando devem subir.