icons.title signature.placeholder LANCEPRESS!
icons.title signature.placeholder LANCEPRESS!
30/07/2013
15:46

Apesar de ser pernambucano, o volante Moacir adotou uma postura de mineiro e chegou ao Paraná Clube comendo pelas beiradas. Embora tenha chegado no clube há quase um mês apenas, o atleta já disputou as últimas três partidas do Tricolor, sendo titular diante do América-RN e do Ceará, mesmo estando parado antes de desembarcar em Curitiba.

Aos 27 anos, o jogador, que também atua na lateral-direita, se diz à vontade com a camisa paranista e destaca que, apesar de não esperar ganhar tanto espaço em tão pouco tempo, o mais difícil está sendo se acostumar com o forte frio da capital paranaense.

- A linguagem do futebol é uma só. Todo mundo se conhece e a gente se adapta rápido. o grupo é bom, o ambiente é tranquilo também, a dificuldade maior está no frio, que é bem complicado. Não esperava isso (virar titular tão rápido), mas estou à disposição para ajudar o Paraná - destacou ele.

Em entrevista ao Lancenet!, Moacir admitiu que não conhecia muito o Paraná, mas garantiu que neste pouco tempo, já pôde visualizar a grandeza do clube. Entre outros assuntos, o polivalente também falou da sua carreira e afirmou que o que o atrapalhou no passado foi uma lesão no joelho, mas que tem tudo para recuperar o seu futebol no Tricolor e realizar o grande sonho da carreira, que é jogar na Europa.

Em apenas dois jogos, você já está ganhando espaço no time titular do Paraná. Como está a sua adaptação ao clube?

Está tranquilo, até porque a linguagem do futebol é uma só. Todo mundo se conhece e a gente se adapta rápido. o grupo é bom, o ambiente é tranquilo também, a dificuldade maior está no frio, que é bem complicado.

Esperava ser titular tão rapidamente?

Para dizer a verdade, não esperava isso. Até porque, passei um tempo sem treinar e o Dado (Cavalcanti, técnico) conversou comigo e fiquei à disposição para ajudar o Paraná.

Você já atuou como lateral e volante. Qual a sua posição preferida?

Há um tempo atrás, eu não tinha muita preferência. Agora, eu prefiro jogar de volante. Estou no meio da carreira e tomei essa opção. É onde eu me sinto melhor em campo, é minha posição de origem, desde a base, então optei por essa escolha.

Apesar do pouco tempo no Paraná, o que você pode dizer do clube?

Não tenho muita ideia ainda, porque estava lá no Nordeste. Só vindo mesmko para conhecer o tamanho do clube. Não acompanhava o Paraná na verdade, mas a gente já nota a estrutura do clube e o elenco é muito bom, me ajudou muito também.

A briga pelo acesso é possível?

Com certeza. Estamos fazendo bons jogos e temos que manter o mesmo ritmo daqui para a frente. Nosso elenco é forte, conta com bons jogadores e se continuarmos assim vamos brigar pelo acesso sim.

Você já conhecia o Dado Cavalcanti?

Conhecia sim. Não o conhecia pessoalmente, mas ele treinou alguns clubes em Pernambuco, como o Central, o Santa Cruz, e já conhecia bem o trabalho dele. E ele também já tinha me visto jogar algumas vezes.

Como foi o seu acerto para vir para o Tricolor?

Eu estava analisando outras propostas, mas meu empresário negociou com o Alex Brasil ( ), vimos que era a melhor opção e acabei vindo para cá. Assinei um contrato até o final da Série B e vamos ver o que vai acontecer depois disso.

Esta oportunidade no Paraná é a chance de retomar a carreira?

Sem dúvida. vim para o Paraná para isso. Quero ajudar o clube a conquistar este acesso, que é tão importante, mas também reconstruir a minha carreira. Estou com 27 anos e é o período ideal para recuperar meu espaço.

Quando você apareceu no Central, e logo depois no Sport, chamou a atenção de vários clubes e foi para o Corinthians. Porque não conseguiu se firmar lá?

Tive problemas de lesão, uma no joelho muito grave, quando eu estava no meu melhor momento, em 2010. E também pela eliminção da Libertadores, eu fui apontado como um dos culpados, pegaram muito no meu pé e aí isso complica um pouco. Mas o que mais pesou mesmo foi a lesão no joelho. Acabei perdendo espaço no time titular e voltei para o Sport.

Quais são seus objetivos na carreira?

Meu objetivo é jogar fora do Brasil, principalmente na Europa. Esse é meu maior desejo. Hoje estou no Paraná, estou focado aqui, mas quero ir para fora mais para frente.

O fato de você ter passado pelo Corinthians justamente no período em que o clube estava se reformulando, pode ajudar o Paraná nesta questão?

Sem dúvidas. Primeiramente, o Paraná tem o objetivo de manter um grupo forte e é assim que um clube começa a se reerguer. Pelo que eu vi, já tem algum tempo que alguns atletas já estão aqui e esse é o melhor começo. Vivi algo semelhante no Corinthians e dá para ver que o clube está no caminho certo.

Apesar de ser pernambucano, o volante Moacir adotou uma postura de mineiro e chegou ao Paraná Clube comendo pelas beiradas. Embora tenha chegado no clube há quase um mês apenas, o atleta já disputou as últimas três partidas do Tricolor, sendo titular diante do América-RN e do Ceará, mesmo estando parado antes de desembarcar em Curitiba.

Aos 27 anos, o jogador, que também atua na lateral-direita, se diz à vontade com a camisa paranista e destaca que, apesar de não esperar ganhar tanto espaço em tão pouco tempo, o mais difícil está sendo se acostumar com o forte frio da capital paranaense.

- A linguagem do futebol é uma só. Todo mundo se conhece e a gente se adapta rápido. o grupo é bom, o ambiente é tranquilo também, a dificuldade maior está no frio, que é bem complicado. Não esperava isso (virar titular tão rápido), mas estou à disposição para ajudar o Paraná - destacou ele.

Em entrevista ao Lancenet!, Moacir admitiu que não conhecia muito o Paraná, mas garantiu que neste pouco tempo, já pôde visualizar a grandeza do clube. Entre outros assuntos, o polivalente também falou da sua carreira e afirmou que o que o atrapalhou no passado foi uma lesão no joelho, mas que tem tudo para recuperar o seu futebol no Tricolor e realizar o grande sonho da carreira, que é jogar na Europa.

Em apenas dois jogos, você já está ganhando espaço no time titular do Paraná. Como está a sua adaptação ao clube?

Está tranquilo, até porque a linguagem do futebol é uma só. Todo mundo se conhece e a gente se adapta rápido. o grupo é bom, o ambiente é tranquilo também, a dificuldade maior está no frio, que é bem complicado.

Esperava ser titular tão rapidamente?

Para dizer a verdade, não esperava isso. Até porque, passei um tempo sem treinar e o Dado (Cavalcanti, técnico) conversou comigo e fiquei à disposição para ajudar o Paraná.

Você já atuou como lateral e volante. Qual a sua posição preferida?

Há um tempo atrás, eu não tinha muita preferência. Agora, eu prefiro jogar de volante. Estou no meio da carreira e tomei essa opção. É onde eu me sinto melhor em campo, é minha posição de origem, desde a base, então optei por essa escolha.

Apesar do pouco tempo no Paraná, o que você pode dizer do clube?

Não tenho muita ideia ainda, porque estava lá no Nordeste. Só vindo mesmko para conhecer o tamanho do clube. Não acompanhava o Paraná na verdade, mas a gente já nota a estrutura do clube e o elenco é muito bom, me ajudou muito também.

A briga pelo acesso é possível?

Com certeza. Estamos fazendo bons jogos e temos que manter o mesmo ritmo daqui para a frente. Nosso elenco é forte, conta com bons jogadores e se continuarmos assim vamos brigar pelo acesso sim.

Você já conhecia o Dado Cavalcanti?

Conhecia sim. Não o conhecia pessoalmente, mas ele treinou alguns clubes em Pernambuco, como o Central, o Santa Cruz, e já conhecia bem o trabalho dele. E ele também já tinha me visto jogar algumas vezes.

Como foi o seu acerto para vir para o Tricolor?

Eu estava analisando outras propostas, mas meu empresário negociou com o Alex Brasil ( ), vimos que era a melhor opção e acabei vindo para cá. Assinei um contrato até o final da Série B e vamos ver o que vai acontecer depois disso.

Esta oportunidade no Paraná é a chance de retomar a carreira?

Sem dúvida. vim para o Paraná para isso. Quero ajudar o clube a conquistar este acesso, que é tão importante, mas também reconstruir a minha carreira. Estou com 27 anos e é o período ideal para recuperar meu espaço.

Quando você apareceu no Central, e logo depois no Sport, chamou a atenção de vários clubes e foi para o Corinthians. Porque não conseguiu se firmar lá?

Tive problemas de lesão, uma no joelho muito grave, quando eu estava no meu melhor momento, em 2010. E também pela eliminção da Libertadores, eu fui apontado como um dos culpados, pegaram muito no meu pé e aí isso complica um pouco. Mas o que mais pesou mesmo foi a lesão no joelho. Acabei perdendo espaço no time titular e voltei para o Sport.

Quais são seus objetivos na carreira?

Meu objetivo é jogar fora do Brasil, principalmente na Europa. Esse é meu maior desejo. Hoje estou no Paraná, estou focado aqui, mas quero ir para fora mais para frente.

O fato de você ter passado pelo Corinthians justamente no período em que o clube estava se reformulando, pode ajudar o Paraná nesta questão?

Sem dúvidas. Primeiramente, o Paraná tem o objetivo de manter um grupo forte e é assim que um clube começa a se reerguer. Pelo que eu vi, já tem algum tempo que alguns atletas já estão aqui e esse é o melhor começo. Vivi algo semelhante no Corinthians e dá para ver que o clube está no caminho certo.