icons.title signature.placeholder Frederico Ribeiro
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16/07/2013
17:17

O Atlético-MG foi até Assunção e já trava algumas polêmicas na sua primeira final da Libertadores, tudo envolvendo uma relação já desgastada com a direção do Olimpia. Se antes eles conseguiam fazer negócios com tranquilidade, agora já viraram rivais fora do campo, horas antes de a bola rolar no Defensores del Chaco.

O primeiro episódio de descontentamento do Galo veio com a confirmação de que o Mineirão seria o palco do jogo da volta da decisão da Libertadores. Isso só virou notícia oficial depois que a Associação Paraguaia de Futebol (APF) conseguiu intervir junto à Conmebol, que está a 20Km de distância da entidade sul-americana, comprovando a capacidade de 40.759 pessoas para o Defensores e derrubando um dos argumentos da direção do Alvinegro brasileiro.

Sem o Independência e sem o reconhecimento do gramado. Essa é a realidade do clube mineiro para esses dias de decisão. Ao chegar a Assunção, o Galo queria treinar nesta terça no Defensores del Chaco, mas não poderia usar chuteiras para não estragar a grama. Então, "virou a cara" e acabou decidindo fazer um treinamento no Estádio do Sportivo Luqueño, perto da Conmebol e de seu hotel.

Agora, o último episódio é do não acordo em relação aos ingressos do Olimpia para o jogo no Mineirão. A direção decana quer mais que os 1.685 bilhetes para o Gigante da Pampulha, já que a capacidade do estádio é maior que a do Defensores. Porém, o Alvinegro mineiro bate o pé e quer ceder o mesmo número da ida para o seu visitante, na volta.

Com esses imbróglios, já se pode dizer que Olimpia e Atlético-MG já começam a construir uma relação "particular", como foi dito pelo assessor jurídico do clube paraguaio, Raúl Pintos.

O Atlético-MG foi até Assunção e já trava algumas polêmicas na sua primeira final da Libertadores, tudo envolvendo uma relação já desgastada com a direção do Olimpia. Se antes eles conseguiam fazer negócios com tranquilidade, agora já viraram rivais fora do campo, horas antes de a bola rolar no Defensores del Chaco.

O primeiro episódio de descontentamento do Galo veio com a confirmação de que o Mineirão seria o palco do jogo da volta da decisão da Libertadores. Isso só virou notícia oficial depois que a Associação Paraguaia de Futebol (APF) conseguiu intervir junto à Conmebol, que está a 20Km de distância da entidade sul-americana, comprovando a capacidade de 40.759 pessoas para o Defensores e derrubando um dos argumentos da direção do Alvinegro brasileiro.

Sem o Independência e sem o reconhecimento do gramado. Essa é a realidade do clube mineiro para esses dias de decisão. Ao chegar a Assunção, o Galo queria treinar nesta terça no Defensores del Chaco, mas não poderia usar chuteiras para não estragar a grama. Então, "virou a cara" e acabou decidindo fazer um treinamento no Estádio do Sportivo Luqueño, perto da Conmebol e de seu hotel.

Agora, o último episódio é do não acordo em relação aos ingressos do Olimpia para o jogo no Mineirão. A direção decana quer mais que os 1.685 bilhetes para o Gigante da Pampulha, já que a capacidade do estádio é maior que a do Defensores. Porém, o Alvinegro mineiro bate o pé e quer ceder o mesmo número da ida para o seu visitante, na volta.

Com esses imbróglios, já se pode dizer que Olimpia e Atlético-MG já começam a construir uma relação "particular", como foi dito pelo assessor jurídico do clube paraguaio, Raúl Pintos.