icons.title signature.placeholder Frederico Ribeiro
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04/07/2013
10:26

Por volta das 21h da quarta-feira, a torcida do Newell's começou a fazer o que uma 'hinchada' argentina ensinou para muitas torcidas ao redor do mundo: cantar sem parar e empurrar o time com as vozes.

A festa feita no Estádio Marcelo Bielsa (O 'El Coloso del Parque), para a partida contra o Atlético-MG, foi incrível. Uma experiência revigorante para quem gosta e vive de futebol. O campo do NOB não estava muito bom, mas este aspecto passou despercebido para os brasileiros. O que chamava atenção era a paixão dos "leprosos" por sua equipe. Até mesmo as crianças já sabem de cor as canções.

Os cânticos deixaram os estádios, ou melhor, as arenas brasileiras da Copa das Confederações no chinelo. Elas estão condenadas a não ter identidade. As provocações para o Atlético-MG foram adaptadas às canções, só que não havia a velha rivalidade entre brasileiros e argentinos. Em um tom bem ácido: "Esta noite vamos f... com os p... do Brasil".

Faltando três minutos para a bola rolar, o estádio veio ao chão. Uma empolgação de um amor tão profundo e límpido que já vale um título. Os sócios do Newell's poderiam encher o Estádio e teriam mais 10 mil associados fora. São 50 mil torcedores que possuem esta parceria e Coloso tem 42 mil lugares.

Claro que o estádio traz pontos ruins - e não são poucos. A tribuna de imprensa é uma verdadeira lástima, o que evidencia que El Coloso del Parque precisa de algumas reformas. O alçapão parece um local feito para times de divisões inferiores, com muita sujeira e uma estruturas frágil.

No entanto, a parada da semifinal da Libertadores se mostra cada vez mais sem decisão. Se o Newell's tem força para fazer 2 a 0 em casa, o Atlético-MG pode fazer um placar maior ou até levar o jogo para os pênaltis. Quem sabe, não seja a hora de, indiretamente, devolver o fantasma de Rosário - começado com a derrota por 4 a 0 em 1995, para o Rosário Central, no Gigante de Arroyito, pela Copa Conmebol.

Por volta das 21h da quarta-feira, a torcida do Newell's começou a fazer o que uma 'hinchada' argentina ensinou para muitas torcidas ao redor do mundo: cantar sem parar e empurrar o time com as vozes.

A festa feita no Estádio Marcelo Bielsa (O 'El Coloso del Parque), para a partida contra o Atlético-MG, foi incrível. Uma experiência revigorante para quem gosta e vive de futebol. O campo do NOB não estava muito bom, mas este aspecto passou despercebido para os brasileiros. O que chamava atenção era a paixão dos "leprosos" por sua equipe. Até mesmo as crianças já sabem de cor as canções.

Os cânticos deixaram os estádios, ou melhor, as arenas brasileiras da Copa das Confederações no chinelo. Elas estão condenadas a não ter identidade. As provocações para o Atlético-MG foram adaptadas às canções, só que não havia a velha rivalidade entre brasileiros e argentinos. Em um tom bem ácido: "Esta noite vamos f... com os p... do Brasil".

Faltando três minutos para a bola rolar, o estádio veio ao chão. Uma empolgação de um amor tão profundo e límpido que já vale um título. Os sócios do Newell's poderiam encher o Estádio e teriam mais 10 mil associados fora. São 50 mil torcedores que possuem esta parceria e Coloso tem 42 mil lugares.

Claro que o estádio traz pontos ruins - e não são poucos. A tribuna de imprensa é uma verdadeira lástima, o que evidencia que El Coloso del Parque precisa de algumas reformas. O alçapão parece um local feito para times de divisões inferiores, com muita sujeira e uma estruturas frágil.

No entanto, a parada da semifinal da Libertadores se mostra cada vez mais sem decisão. Se o Newell's tem força para fazer 2 a 0 em casa, o Atlético-MG pode fazer um placar maior ou até levar o jogo para os pênaltis. Quem sabe, não seja a hora de, indiretamente, devolver o fantasma de Rosário - começado com a derrota por 4 a 0 em 1995, para o Rosário Central, no Gigante de Arroyito, pela Copa Conmebol.