icons.title signature.placeholder Alexandre Braz, Luiz Gustavo Moreira e Vinícius Perazzini
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03/07/2013
07:03

Já faz um ano que a camisa 10 do Botafogo está bem entregue, com Seedorf, mas o caminho na busca pelo craque para vesti-la foi cheio de barreiras. O quarto episódio da série sobre o holandês conta os bastidores de uma contratação que exigiu perseverança.

Por duas vezes, o Botafogo mobilizou-se para ter o sonhado camisa 10, porém encontrou dificuldades. A saga começou em maio de 2011, e o primeiro alvo foi o meia Diego, do Wolfsburg (ALE), na época com 26 anos. Até o craque alemão Beckenbauer ajudou o Glorioso.

Ídolo alvinegro e embaixador do Botafogo, Carlos Alberto Torres participou dos diálogos por Diego e lembrou todo o esforço pelo apoiador.

- O nome favorito era o Diego, e o Franz (Beckenbauer) colocou-se à disposição do Botafogo. O Franz reuniu-se com o presidente Mauricio Assumpção, depois ligou para o presidente do Wolfsburg e acertou um encontro das diretorias na Alemanha. Tudo estava indo, mas as coisas travaram, infelizmente. Acho que o Diego não tinha interesse em deixar a Europa, tanto é que ele não voltou ao Brasil até hoje - comentou Carlos Alberto.

Um ano de Seedorf no Botafogo: Os bastidores da contratação

Quando tudo parecia perdido, o Botafogo recebeu, ainda em maio de 2011, a informação de que Seedorf estava interessado em atuar no Brasil. O ex-jogador Serginho recorda o início de um sonho que virou realidade, porém não na primeira tentativa.

- Sabia que o Seedorf tinha carinho pelo futebol brasileiro e curiosidade sobre como seria atuar nele. Então falei com o empresário José Renato, que é brasileiro, que ele poderia levantar o interesse do Botafogo que eu repassaria ao Milan. O Mauricio Assumpção foi até Milão, mas Seedorf preferiu renovar por mais um ano. Só que ali ficou acordado que o Botafogo teria a prioridade depois. A negativa inicial não desanimou o clube, que depois voltou com um projeto ainda mais elaborado. E o que era visto como impossível por muitos, aconteceu. Um ano depois, Seedorf assinou com o Botafogo. Foi uma contratação histórica - disse Serginho, atualmente consultor de futebol do Milan no Brasil.

DAVID BECKHAM ESTEVE DISPONÍVEL

Na metade do ano passado, com a contratação de Seedorf praticamente selada, Carlos Alberto Torres colocou David Beckham no caminho do Botafogo. O ídolo alvinegro estava na Holanda quando um empresário ofereceu o inglês para atuar no Brasil.

Carlos Alberto, na hora, entrou em contato com o presidente do Glorioso, Mauricio Assumpção, que optou pelo holandês.

- Um empresário me disse que o Beckham estava interessado no Brasil. Liguei para o Mauricio, que se empolgou, mas falou que o negócio com o Seedorf estava avançado. Porém, o Mauricio disse: "Se por acaso algo der errado com o Seedorf, me coloca em contato com esse empresário o mais rapidamente possível" - comentou Carlos Alberto.

PRÓXIMO CAPÍTULO

Leia sobre os impactos da contratação de Seedorf no Brasil e na terra natal do craque, o Suriname. É a quinta matéria da série especial.

Já faz um ano que a camisa 10 do Botafogo está bem entregue, com Seedorf, mas o caminho na busca pelo craque para vesti-la foi cheio de barreiras. O quarto episódio da série sobre o holandês conta os bastidores de uma contratação que exigiu perseverança.

Por duas vezes, o Botafogo mobilizou-se para ter o sonhado camisa 10, porém encontrou dificuldades. A saga começou em maio de 2011, e o primeiro alvo foi o meia Diego, do Wolfsburg (ALE), na época com 26 anos. Até o craque alemão Beckenbauer ajudou o Glorioso.

Ídolo alvinegro e embaixador do Botafogo, Carlos Alberto Torres participou dos diálogos por Diego e lembrou todo o esforço pelo apoiador.

- O nome favorito era o Diego, e o Franz (Beckenbauer) colocou-se à disposição do Botafogo. O Franz reuniu-se com o presidente Mauricio Assumpção, depois ligou para o presidente do Wolfsburg e acertou um encontro das diretorias na Alemanha. Tudo estava indo, mas as coisas travaram, infelizmente. Acho que o Diego não tinha interesse em deixar a Europa, tanto é que ele não voltou ao Brasil até hoje - comentou Carlos Alberto.

Um ano de Seedorf no Botafogo: Os bastidores da contratação

Quando tudo parecia perdido, o Botafogo recebeu, ainda em maio de 2011, a informação de que Seedorf estava interessado em atuar no Brasil. O ex-jogador Serginho recorda o início de um sonho que virou realidade, porém não na primeira tentativa.

- Sabia que o Seedorf tinha carinho pelo futebol brasileiro e curiosidade sobre como seria atuar nele. Então falei com o empresário José Renato, que é brasileiro, que ele poderia levantar o interesse do Botafogo que eu repassaria ao Milan. O Mauricio Assumpção foi até Milão, mas Seedorf preferiu renovar por mais um ano. Só que ali ficou acordado que o Botafogo teria a prioridade depois. A negativa inicial não desanimou o clube, que depois voltou com um projeto ainda mais elaborado. E o que era visto como impossível por muitos, aconteceu. Um ano depois, Seedorf assinou com o Botafogo. Foi uma contratação histórica - disse Serginho, atualmente consultor de futebol do Milan no Brasil.

DAVID BECKHAM ESTEVE DISPONÍVEL

Na metade do ano passado, com a contratação de Seedorf praticamente selada, Carlos Alberto Torres colocou David Beckham no caminho do Botafogo. O ídolo alvinegro estava na Holanda quando um empresário ofereceu o inglês para atuar no Brasil.

Carlos Alberto, na hora, entrou em contato com o presidente do Glorioso, Mauricio Assumpção, que optou pelo holandês.

- Um empresário me disse que o Beckham estava interessado no Brasil. Liguei para o Mauricio, que se empolgou, mas falou que o negócio com o Seedorf estava avançado. Porém, o Mauricio disse: "Se por acaso algo der errado com o Seedorf, me coloca em contato com esse empresário o mais rapidamente possível" - comentou Carlos Alberto.

PRÓXIMO CAPÍTULO

Leia sobre os impactos da contratação de Seedorf no Brasil e na terra natal do craque, o Suriname. É a quinta matéria da série especial.