icons.title signature.placeholder Luis Fernando Coutinho
icons.title signature.placeholder Luis Fernando Coutinho
21/08/2015
14:31

Algo comum embora decepcionante no mundo das lutas são as lesões frequentes dos atletas. No UFC, por exemplo, muitos lutadores se machucam e confrontos escalados há meses tem de ser modificados, mudando os planos da organização. Mas vale lembrar que pior do que atrapalhar os planos do evento, tais lesões atrapalham a preparação dos próprios atletas, que muitas vezes tem de se preparar para determinado rival com pouquíssimos dias de treino. E um caso especial é o de Erick Silva. Daz dez lutas que soma pelo Ultimate, seis tiveram adversários trocados perto da luta por conta de lesões. Um exemplo é sua luta neste sábado, pelo UFC Canadá, contra Neil Magny.

O capixaba estava escalado para encarar Rick Story na co-luta principal do show, mas teve o rival substituido por Magny devido a uma lesão. Em entrevista ao LANCE!, ele explica que tantas mudanças o deixam quase que "acostumado" com as surpresas do jogo.

- É verdade, praticamente todas as minhas lutas acabaram caindo. É aquilo: estamos tão acostumados com isso que sabemos que pode acontecer. A gente já treina primeiramente com cuidado para não ser o cara que vai sair da luta, mas depois treina para já estar meio que preparado para isso acontecer e alguém sair. Inclusive, parece que foi algo que a gente já sabia. Parece que eu já sabia. Meus sparrings eram todos altos, apesar de que eles não tinham nada parecido com o Rick Story. Mas eles tinham um nível muito forte. Então eu já vinha me preparando bastante para esse tipo de oponente alto. Quando a luta caiu e botaram um cara alto, parece que a gente já sabia - explicou o lutador, em conversa por telefone com o L!.

Confira a lista das lutas de Erick Silva que já foram trocadas:
UFC Rio 1 - saiu Mike Swick; entrou Luis Beição (venceu por nocaute)
UFC Rio 2 - saiu Siyar Bahadurzada; entrou Carlo Prater (Sem Resultado - golpe ilegal)
UFC Fortaleza - saiu John Hathaway; entrou Jason High (venceu por finalização)
UFC Barueri - saiu Nate Loughran; entrou Mike Rhodes (venceu por finalização)
UFC Rio 6 - saiu Ben Saunder; entrou Josh Koscheck (venceu por finalização)
UFC Canadá - saiu Rock Story; entrou Neil Magny 

Apesar do ponto negativo que é ter de mudar de adversário em cima da hora, Erick Silva tem se dado bem contra os rivais chamados de última hora. Ele venceu todos os rivais que entraram como substitutos no UFC - apenas o triunfo para Carlo Prater foi transformado em luta "Sem Resultado". Contra Neil Magny, ele quer manter a boa fase e avalia o confronto.

Erick venceu Koscheck com facilidade no UFC Rio (FOTO: Alexandre Loureiro/Inovafoto)

- Estou treinado, treinei bastante independente de quem fosse enfrentar. Estou confiante no que posso fazer, não no que ele pode. Claro que o Magny tem um estilo de trocação, então isso me deixa um pouco mais confortável em pé. Sou mais completo que ele na parte em pé, e na parte de chão tambem vejo brechas no jogo dele. Isso sem subestimá-lo, claro. Vou lutar como se estivesse lutando com o melhor em tudo. Não posso em momento nenhum dar uma brecha a ele. Vou para lutar com um cara bom em pé e no chão, sabendo dos meus valores - explicou.

Algo comum embora decepcionante no mundo das lutas são as lesões frequentes dos atletas. No UFC, por exemplo, muitos lutadores se machucam e confrontos escalados há meses tem de ser modificados, mudando os planos da organização. Mas vale lembrar que pior do que atrapalhar os planos do evento, tais lesões atrapalham a preparação dos próprios atletas, que muitas vezes tem de se preparar para determinado rival com pouquíssimos dias de treino. E um caso especial é o de Erick Silva. Daz dez lutas que soma pelo Ultimate, seis tiveram adversários trocados perto da luta por conta de lesões. Um exemplo é sua luta neste sábado, pelo UFC Canadá, contra Neil Magny.

O capixaba estava escalado para encarar Rick Story na co-luta principal do show, mas teve o rival substituido por Magny devido a uma lesão. Em entrevista ao LANCE!, ele explica que tantas mudanças o deixam quase que "acostumado" com as surpresas do jogo.

- É verdade, praticamente todas as minhas lutas acabaram caindo. É aquilo: estamos tão acostumados com isso que sabemos que pode acontecer. A gente já treina primeiramente com cuidado para não ser o cara que vai sair da luta, mas depois treina para já estar meio que preparado para isso acontecer e alguém sair. Inclusive, parece que foi algo que a gente já sabia. Parece que eu já sabia. Meus sparrings eram todos altos, apesar de que eles não tinham nada parecido com o Rick Story. Mas eles tinham um nível muito forte. Então eu já vinha me preparando bastante para esse tipo de oponente alto. Quando a luta caiu e botaram um cara alto, parece que a gente já sabia - explicou o lutador, em conversa por telefone com o L!.

Confira a lista das lutas de Erick Silva que já foram trocadas:
UFC Rio 1 - saiu Mike Swick; entrou Luis Beição (venceu por nocaute)
UFC Rio 2 - saiu Siyar Bahadurzada; entrou Carlo Prater (Sem Resultado - golpe ilegal)
UFC Fortaleza - saiu John Hathaway; entrou Jason High (venceu por finalização)
UFC Barueri - saiu Nate Loughran; entrou Mike Rhodes (venceu por finalização)
UFC Rio 6 - saiu Ben Saunder; entrou Josh Koscheck (venceu por finalização)
UFC Canadá - saiu Rock Story; entrou Neil Magny 

Apesar do ponto negativo que é ter de mudar de adversário em cima da hora, Erick Silva tem se dado bem contra os rivais chamados de última hora. Ele venceu todos os rivais que entraram como substitutos no UFC - apenas o triunfo para Carlo Prater foi transformado em luta "Sem Resultado". Contra Neil Magny, ele quer manter a boa fase e avalia o confronto.

Erick venceu Koscheck com facilidade no UFC Rio (FOTO: Alexandre Loureiro/Inovafoto)

- Estou treinado, treinei bastante independente de quem fosse enfrentar. Estou confiante no que posso fazer, não no que ele pode. Claro que o Magny tem um estilo de trocação, então isso me deixa um pouco mais confortável em pé. Sou mais completo que ele na parte em pé, e na parte de chão tambem vejo brechas no jogo dele. Isso sem subestimá-lo, claro. Vou lutar como se estivesse lutando com o melhor em tudo. Não posso em momento nenhum dar uma brecha a ele. Vou para lutar com um cara bom em pé e no chão, sabendo dos meus valores - explicou.