icons.title signature.placeholder Vinícius Perazzini e Walace Borges
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24/07/2013
12:07

Após debates intensos durante quase dois meses e muita movimentação do Botafogo nos bastidores, a data de reabertura do Engenhão será antecipada para maio de 2014, com os setores Norte e Sul funcionando para atender 15 mil espectadores já no próximo Brasileirão. De acordo com a assessoria de imprensa da RioUrbe, uma grande obra irá "separar" os setores Norte e Sul dos setores Leste e Oeste, deixando o público em segurança e longe de perigo pelas intervenções na cobertura.

Grandes cabos irão tensionar as coberturas dos setores Leste e Oeste, que atualmente têm risco de desabar. Esse sistema isolará para uso as coberturas dos setores Norte e Sul, estas que se encontram em boas condições. No início do próximo Brasileirão, o estádio estará em condições de receber o público novamente, mesmo com a capacidade reduzida. Já as obras nos setores Leste e Oeste terminarão apenas em novembro de 2014, quando o estádio voltará a ter 46 mil lugares disponíveis.

E MAIS
> Secretário de Obras do Rio: 'Fechar o Engenhão é uma vergonha'
> Prefeito nega favorecimento ao Maracanã com fechamento do Engenhão
> LANCE!Net gira em torno do Engenhão e escuta reclamações dos moradores

Procurado pela reportagem do LANCE!Net, o Botafogo garante desconhecer a informação. De acordo com o clube, a situação ainda não é considerada como certa.

A solução foi apresentada pelo Botafogo, em conjunto com a empresa alemã SBP, a mesma responsável pelo laudo que determinou a interdição do Engenhão, em março. O Consórcio Engenhão, formado pelas construtoras Odebrecht e OAS, já avaliou o novo projeto e o aprovou, assim como a Prefeitura do Rio de Janeiro, a Secretaria Municipal de Obras e a RioUrbe (Empresa Municipal de Urbanização). Por fim, o Consórcio Engenhão será o responsável por pagar pela obra de maneira integral.

Na busca por voltar para o Engenhão o mais rapidamente possível, o Botafogo solicitou que o canteiro de obras, os barracões e os guindastes não fossem montados do lado de dentro do estádio, apelo que foi atendido pelo consórcio. O segundo passo do clube foi levantar a ideia de reabrir o estádio com os setores Norte e Sul e, internamente, uma série de conversas não-técnicas ocorreram. Posteriormente, engenheiros foram consultados e conseguiram êxito no projeto.

Após debates intensos durante quase dois meses e muita movimentação do Botafogo nos bastidores, a data de reabertura do Engenhão será antecipada para maio de 2014, com os setores Norte e Sul funcionando para atender 15 mil espectadores já no próximo Brasileirão. De acordo com a assessoria de imprensa da RioUrbe, uma grande obra irá "separar" os setores Norte e Sul dos setores Leste e Oeste, deixando o público em segurança e longe de perigo pelas intervenções na cobertura.

Grandes cabos irão tensionar as coberturas dos setores Leste e Oeste, que atualmente têm risco de desabar. Esse sistema isolará para uso as coberturas dos setores Norte e Sul, estas que se encontram em boas condições. No início do próximo Brasileirão, o estádio estará em condições de receber o público novamente, mesmo com a capacidade reduzida. Já as obras nos setores Leste e Oeste terminarão apenas em novembro de 2014, quando o estádio voltará a ter 46 mil lugares disponíveis.

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Procurado pela reportagem do LANCE!Net, o Botafogo garante desconhecer a informação. De acordo com o clube, a situação ainda não é considerada como certa.

A solução foi apresentada pelo Botafogo, em conjunto com a empresa alemã SBP, a mesma responsável pelo laudo que determinou a interdição do Engenhão, em março. O Consórcio Engenhão, formado pelas construtoras Odebrecht e OAS, já avaliou o novo projeto e o aprovou, assim como a Prefeitura do Rio de Janeiro, a Secretaria Municipal de Obras e a RioUrbe (Empresa Municipal de Urbanização). Por fim, o Consórcio Engenhão será o responsável por pagar pela obra de maneira integral.

Na busca por voltar para o Engenhão o mais rapidamente possível, o Botafogo solicitou que o canteiro de obras, os barracões e os guindastes não fossem montados do lado de dentro do estádio, apelo que foi atendido pelo consórcio. O segundo passo do clube foi levantar a ideia de reabrir o estádio com os setores Norte e Sul e, internamente, uma série de conversas não-técnicas ocorreram. Posteriormente, engenheiros foram consultados e conseguiram êxito no projeto.