icons.title signature.placeholder Luis Fernando Coutinho
11/06/2014
17:19

Curado da cirurgia feita no braço para retirar dois centímetros de fragmentos de ossos, Ronaldo Jacaré já começa a desenhar seu próximo passo dentro do UFC. Com três lutas e três vitórias na maior organização de MMA do mundo, o capixaba aguarda seu próximo desafio e mira uma chance pelo cinturão da categoria dos médios. Nesta quarta-feira, Josuel Distak, treinador do atleta, disse ao site "MMA Fighting" que o brasileiro volta ao octógono no dia 2 de agosto, pelo UFC 176, ainda sem adversário definido.

O LANCE!Net procurou Gilberto Faria, empresário de Jacaré, que se limitou a dizer que a ideia é mesmo voltar em agosto, mas ainda sem data confirmada. Além de falar sobre a expectativa para o retorno do atleta, Gilberto revelou os dois atletas que a equipe deseja para ser "a próxima vítima" de Ronaldo Souza. 

- Não tem nada certo ainda. Nem data, nem local e nem adversário. A única coisa que realmente é concreta é que informamos o UFC que Jacaré vai estar hábil a lutar em agosto. Ele já esta curado. Não gostamos de pedir ninguém para o Joe Silva (responsável por casar as lutas do UFC), mas está na hora do Jacaré enfrentar um top da categoria. Se dependesse só de mim, enfrentaríamos o Vitor Belfort ou o Mousasi. São os nomes no momento que fazem sentido. E depois dessa luta, a chance pelo cinturão. Por isso, o Belfort seria ainda mais interessante. Se o Jacaré enfrentar o Vitor, fica claro que o vencedor disputa o título. Mas a verdade é que o Jacaré espanca quem tiver pela frente e estamos esperando uma definição - declarou o empresário, em conversa por telefone com o L!Net.

Ao ser perguntado se há alguma chance de Jacaré substituir Sonnen contra Belfort no UFC 175, dia 5 de julho, em Las Vegas - isso se o mesmo for liberado pela Comissão Atlética de Nevada após o flagra no antidoping surpresa em fevereiro - Gilberto negou qualquer possibilidade de isso acontecer.

- Não tem condição nenhuma. O Jacaré não estaria em forma. Não dá pra pegar uma luta com o Belfort de última hora. Se ele perder um mês de treinamento para aceitar isso, seria falta de profissionalismo da nossa parte - explicou.