icons.title signature.placeholder Guilherme Abrahão
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29/07/2013
17:02


O Fluminense não demitiu apenas um simples treinador na tarde desta segunda-feira. Abel Braga tem muita história no Tricolor e um carinho pouco comum para o mundo da bola. Criado no clube, o técnico costuma dizer que o Flu foi a instituição responsável por formar seu caráter. Não é à toa, na entrevista coletiva realizada nas Laranjeiras, após Peter Siemsen e Rodrigo Caetano comunicarem a saída dele, Abel fez uma declaração emocionada.

- É bom que saibam todos, estou deixando o clube como o terceiro treiandor que mais dirigiu a equipe. Deixo um pedaço de mim aqui dentro. É um pouco diferente do que se despedidr de outros clubes. Como falei quando especularam minha saída, não os deixaria neste momento. Meu maior título é que dos 26 atletas de linha, temos 14 da base - disse o treinador.

Abel Braga se despediu dos jogadores na tarde desta segunda (Foto: Bruno de Lima/LANCE!Press)

Em relação ao contexto da saída, o treinador não deixou margens para dúvidas. A decisão foi integralmente do Fluminense, no entanto, mostrou compreender a opção dos dirigentes. O Flu acumula cinco derrotas consecutivas no Campeonato Brasileiro e acaba de entrar na zona de rebaixamento:

- Primeiro queria dizer que eu não estou deixando o Fluminense. Eu fui demitido, mas se fosse dirigente, eu também mudaria.

Abel terminou o discurso elogiando o grupo e agradecendo à todas as pessoas que conviveram no clube com ele nessa segunda passagem como treinador - Abel treinou o Flu em 2005.

- Já me emocionei na despedida dos jogadores e o convívio diário faz com que você não perceba muitas coisas. Hoje eu vi que sou muito mais querido do que pensava. Fica aqui mais uma vez, a todos, sem exceção, esse rapaz que abre o portão pra entrar de carro até o presidente do clube e o Celso Barros, um agradecimento enorme por me proporcionar este momento. Foram 26 meses, coisa rara no Brasil, mas era hora de mudar. Fica o agradecimento a todos. Tive meus momentos de mau humor e de derrotas, maluquices na beira de campo, mas de toda maneira, eu gostei - disse Abel Braga.

Abelão ganhou uma pequena réplica da taça do Campeonato Brasileiro de 2012 dos dirigentes e abraçou Sandro Lima e Rodrigo Caetano. O técnico não abriu espaço para as perguntas da imprensa. Na última coletiva, apenas ele falou e mostrou enorme gratidão.


O Fluminense não demitiu apenas um simples treinador na tarde desta segunda-feira. Abel Braga tem muita história no Tricolor e um carinho pouco comum para o mundo da bola. Criado no clube, o técnico costuma dizer que o Flu foi a instituição responsável por formar seu caráter. Não é à toa, na entrevista coletiva realizada nas Laranjeiras, após Peter Siemsen e Rodrigo Caetano comunicarem a saída dele, Abel fez uma declaração emocionada.

- É bom que saibam todos, estou deixando o clube como o terceiro treiandor que mais dirigiu a equipe. Deixo um pedaço de mim aqui dentro. É um pouco diferente do que se despedidr de outros clubes. Como falei quando especularam minha saída, não os deixaria neste momento. Meu maior título é que dos 26 atletas de linha, temos 14 da base - disse o treinador.

Abel Braga se despediu dos jogadores na tarde desta segunda (Foto: Bruno de Lima/LANCE!Press)

Em relação ao contexto da saída, o treinador não deixou margens para dúvidas. A decisão foi integralmente do Fluminense, no entanto, mostrou compreender a opção dos dirigentes. O Flu acumula cinco derrotas consecutivas no Campeonato Brasileiro e acaba de entrar na zona de rebaixamento:

- Primeiro queria dizer que eu não estou deixando o Fluminense. Eu fui demitido, mas se fosse dirigente, eu também mudaria.

Abel terminou o discurso elogiando o grupo e agradecendo à todas as pessoas que conviveram no clube com ele nessa segunda passagem como treinador - Abel treinou o Flu em 2005.

- Já me emocionei na despedida dos jogadores e o convívio diário faz com que você não perceba muitas coisas. Hoje eu vi que sou muito mais querido do que pensava. Fica aqui mais uma vez, a todos, sem exceção, esse rapaz que abre o portão pra entrar de carro até o presidente do clube e o Celso Barros, um agradecimento enorme por me proporcionar este momento. Foram 26 meses, coisa rara no Brasil, mas era hora de mudar. Fica o agradecimento a todos. Tive meus momentos de mau humor e de derrotas, maluquices na beira de campo, mas de toda maneira, eu gostei - disse Abel Braga.

Abelão ganhou uma pequena réplica da taça do Campeonato Brasileiro de 2012 dos dirigentes e abraçou Sandro Lima e Rodrigo Caetano. O técnico não abriu espaço para as perguntas da imprensa. Na última coletiva, apenas ele falou e mostrou enorme gratidão.