icons.title signature.placeholder Felipe Mendes
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01/07/2013
08:27

Sem Juliana e Larissa, cuja dupla chegou ao fim, e com Alison e Emanuel jogando poucas partidas na atual temporada por conta de lesão na mão do Mamute, duas jovens duplas despontam no cenário internacional como as grandes apostas para manterem o Brasil no topo no Mundial de Vôlei de Praia, que começa hoje na cidade polonesa de Stare Jablonki.

No feminino, Taiana e Talita, juntas há seis meses, tentam repetir o feito de Juliana e Larissa em Roma-2011 ganhando seu primeiro título mundial. Mas evitam fazer comparações com uma dupla tão vencedora no vôlei de praia.

– Não vamos e nem queremos substituir Juliana e Larissa. Elas construíram uma história linda no esporte com as grandes conquistas ao longo da parceria. E, como elas, queremos construir a nossa – disse Talita, que disputa seu quarto Mundial seguido, tendo o melhor resultado em  2009, na cidade norueguesa de Stavanger, quando foi terceira ao lado de Maria Elisa.

Líderes do ranking, Taiana e Talita estão no Grupo L e fazem a estreia às 11h (de Brasília) desta segunda-feira, contra as compatriotas Maria Clara e Carol, em uma repetição da final do Grand Slam de Haia (HOL), há duas semanas. Na ocasião, saíram vitoriosas por 2 sets a 0.

No masculino, Bruno Schmidt e Pedro Solberg estão juntos há pouco menos de um ano, mas têm demonstrado que não perderam o entrosamento de sete anos atrás, quando foram campeões mundiais sub-21. Com 110 jogos, 94 vitórias e dez títulos, os dois agora sonham com o inédito título do Mundial Adulto. A liderança do ranking os credencia ainda mais para a competição.

Mas Solberg, que disputará seu quarto Mundial, e tem como melhor resultado o quinto lugar em Roma-2011, encara essa nova disputa como se fosse a primeira da carreira.

– Nunca tive a oportunidade de jogar um Mundial Adulto de verdade. Em 2007, tinha 21 anos e era muito novo. Foi mais como uma experiência. Nos outros dois, jogava com o Pedro Cunha e ele acabou se lesionando nas duas vezes – lembrou Solberg, que perdeu a chance de disputar a vaga na Olimpíada de Londres-2012 pois precisou provar a inocência num caso de doping.

A dupla estreia apenas nesta terça-feira, às 7h (de Brasília) contra os compatriotas  Evandro e Vitor Felipe.

O Mundial da Polônia será disputado até o próximo domingo. Tanto no masculino quanto no feminino as 48 duplas foram dividas em 12 grupos de quatro. Trinta e duas avançam para a fase final,  com jogos eliminatórios até a decisão.

Alison e Emanuel defendem título

Ocupando apenas a 23 colocação no ranking mundial, Emanuel e Alison competem em Stare Jablonki tentando defender o título conquistado há dois anos na cidade de Roma. Integrantes do Grupo B, eles fazem a estreia nesta terça, às 11h,  diante dos poloneses  Lech e Wojtasik.

– Se uma dupla se mantém no topo, é claro que as outras vão querer o espaço delas. É natural, o esporte é assim. Eu e Alison amadurecemos como equipe nesses três anos de parceria, em que ganhamos todos os títulos. Faltou só a Olimpíada. Somos experientes para saber lidar com qualquer tipo de situação – disse Emanuel, que além do título em 2011, tem o vice-campeonato em Stavanger (NOR), em 2009.

Sem Juliana e Larissa, cuja dupla chegou ao fim, e com Alison e Emanuel jogando poucas partidas na atual temporada por conta de lesão na mão do Mamute, duas jovens duplas despontam no cenário internacional como as grandes apostas para manterem o Brasil no topo no Mundial de Vôlei de Praia, que começa hoje na cidade polonesa de Stare Jablonki.

No feminino, Taiana e Talita, juntas há seis meses, tentam repetir o feito de Juliana e Larissa em Roma-2011 ganhando seu primeiro título mundial. Mas evitam fazer comparações com uma dupla tão vencedora no vôlei de praia.

– Não vamos e nem queremos substituir Juliana e Larissa. Elas construíram uma história linda no esporte com as grandes conquistas ao longo da parceria. E, como elas, queremos construir a nossa – disse Talita, que disputa seu quarto Mundial seguido, tendo o melhor resultado em  2009, na cidade norueguesa de Stavanger, quando foi terceira ao lado de Maria Elisa.

Líderes do ranking, Taiana e Talita estão no Grupo L e fazem a estreia às 11h (de Brasília) desta segunda-feira, contra as compatriotas Maria Clara e Carol, em uma repetição da final do Grand Slam de Haia (HOL), há duas semanas. Na ocasião, saíram vitoriosas por 2 sets a 0.

No masculino, Bruno Schmidt e Pedro Solberg estão juntos há pouco menos de um ano, mas têm demonstrado que não perderam o entrosamento de sete anos atrás, quando foram campeões mundiais sub-21. Com 110 jogos, 94 vitórias e dez títulos, os dois agora sonham com o inédito título do Mundial Adulto. A liderança do ranking os credencia ainda mais para a competição.

Mas Solberg, que disputará seu quarto Mundial, e tem como melhor resultado o quinto lugar em Roma-2011, encara essa nova disputa como se fosse a primeira da carreira.

– Nunca tive a oportunidade de jogar um Mundial Adulto de verdade. Em 2007, tinha 21 anos e era muito novo. Foi mais como uma experiência. Nos outros dois, jogava com o Pedro Cunha e ele acabou se lesionando nas duas vezes – lembrou Solberg, que perdeu a chance de disputar a vaga na Olimpíada de Londres-2012 pois precisou provar a inocência num caso de doping.

A dupla estreia apenas nesta terça-feira, às 7h (de Brasília) contra os compatriotas  Evandro e Vitor Felipe.

O Mundial da Polônia será disputado até o próximo domingo. Tanto no masculino quanto no feminino as 48 duplas foram dividas em 12 grupos de quatro. Trinta e duas avançam para a fase final,  com jogos eliminatórios até a decisão.

Alison e Emanuel defendem título

Ocupando apenas a 23 colocação no ranking mundial, Emanuel e Alison competem em Stare Jablonki tentando defender o título conquistado há dois anos na cidade de Roma. Integrantes do Grupo B, eles fazem a estreia nesta terça, às 11h,  diante dos poloneses  Lech e Wojtasik.

– Se uma dupla se mantém no topo, é claro que as outras vão querer o espaço delas. É natural, o esporte é assim. Eu e Alison amadurecemos como equipe nesses três anos de parceria, em que ganhamos todos os títulos. Faltou só a Olimpíada. Somos experientes para saber lidar com qualquer tipo de situação – disse Emanuel, que além do título em 2011, tem o vice-campeonato em Stavanger (NOR), em 2009.