icons.title signature.placeholder Eduardo Moura
13/03/2014
09:44

Alguns jogadores de renoome já desfilaram pela Arena. Todos cruzaram do outro lado com, principalmente, um meia que tem currículo vasto e destaque internacional. Um novo confronto vai acontecer nesta quinta-feira, na Copa que poderia ser do Mundo, mas é Libertadores: o camisa 10 Zé Roberto, 39 anos, recebe o meia argentino Maxi Rodríguez, 33 anos, no duelo com o Newell's Old Boys. Duas referências em suas equipes. O gringo sai na frente do brasileiro na Libertadorees, visto que já marcou gol para o time de Rosário - tem outros dois no Argentino, enquanto Zé foi às redes uma vez no Gauchão. O "Homem de Ferro" tenta igualar o placar hoje à noite.

Atualmente, Zé até não tem sido o principal jogador do Grêmio. Barcos, goleador do time no Gauchão, e Luan, jovem com ascensão meteórica em 2014, são os principais nomes. Riveros, Ramiro e Wendell, carregam espaço de coadjuvantes de luxo com outros. O camisa 10 ainda não deu assistência na Libertadores. Nem mesmo marcou. Esteve perto no 3 a 0 sobre o Atlético Nacional (COL). Em um voleio, obrigou o goleiro adversário a grande defesa. Pode estar diante de sua oportunidade para começar a brilhar.

Zé é uma das referências internas do elenco. Sempre citado por jovens que buscam algum conselho para a carreira e para a vida. Foi grande nome do Grêmio em 2012 e no início de 2013. Amargou um período complicado com Renato Gaúcho no comando, ao ser reserva. Será o 85° jogo oficial do meia no Grêmio. Depois de títulos com a Seleção Brasileira - pela qual disputou as Copas de 98 e 2006 -, com o Bayer Leverkusen e com o Bayern de Munique, quer taças com o Tricolor gaúcho.

- Não é o jogo do ano, mas é o mais importante desde o início da temporada. Nos dá uma possibilidade de ir em busca da classificação. Sabemos que é um jogo difícil, até porque enfrentamos uma equipe que no ano passado chegou à semifinal. É um time muito qualificado. É importante fazer o dever de casa, temos dois jogos fora. Se conseguir o resultado, dá possibilidade de dar mais um passo - comentou o camisa 10 gremista.

Zé Roberto por pouco não marcou diante do Atlético Nacional (Foto: Ricardo Rímoli/LANCE!Press)


MAXI SAI NA FRENTE DE ZÈ

O camisa 10 gremista encontrará um rival à altura. Maxi Rodríguez é o expoente técnico de um Newell's que conta também com Banega, recém contratado. O meia, natural de Rosário, já foi figura importante em 2013, na Libertadores. Já marcou um gol na competição, o que abriu a vitória sobre o Nacional (URU) por 4 a 0. Ainda não tem nenhuma assistência na Libertadores. Na derrota para o Atlético Nacional, na Colômbia, desperdiçou a melhor chance argentina. No Argentino, tem dois gols em sete jogos. Ou seja, também procura seus melhores dias.

É quem mais ganha os holofotes dos jogadores gremistas. Claro que não se pode esquecer o conjunto do Newell's, obra de Tata Martino, hoje no Barcelona. Mas Maxi Rodríguez, convocado por Alejandro Sabella para a Argentina - já disputou a Copa de 2006 -, merece palavras especiais. Tem passagens destacadas principalmente por Liverpool (ING) e Atlético de Madrid.

E é o grande nome do clube do qual é ídolo desde seu retorno, em 2012. Ganhou o título nacional argentino em 2013. Mas perdeu um dos pênaltis na disputa contra o Atlético-MG no ano passado. De certa maneira, apesar do gol em 2014, também tenta se redimir no NOB.

- Maxi é um jogador que todos conhecem. Jogou muitos anos na Europa, tem muita qualidade, passou pela Seleção Argentina. É muito inteligente. É uma peça fundamental, que nossa equipe tem que entrar concentrada, mas ao mesmo tempo também estar sempre ligado nos outros jogadores também. banega, que chega bem. Eles têm jogadores inteligentes e com muita qualidade. Não podemos cuidar ´so uma jogador, é uma equipe qualificado. Temos que entrar ligados os 90 minutos - discorreu Zé Roberto.