icons.title signature.placeholder Ivo Felipe
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29/07/2013
05:07

A China fez de novo. Quem duvidava que os asiáticos fossem capazes de repetir o desempenho do Mundial de Esportes Aquáticos de Xangai, há dois anos, quando venceram todas as provas dos saltos ornamentais, teve de se contentar com apenas uma derrota do país na edição deste ano, em Barcelona.

O término dos saltos ornamentais ocorreu no último domingo no Mundial espanhol. A vitória de Qiu Bo (CHN) na plataforma de 10m sacramentou novamente o monopólio total dos chineses no lugar mais alto do pódio da principal competição de esportes aquáticos do planeta: foram nove vitórias em deze provas disputadas.

- Não há nenhuma mágica. Disciplina nos treinos, investimento contínuo e consistente e trabalho... Muito trabalho. Os chineses se preparam com anos de antecedência. Em 2008, eles já estavam preparando os atletas que irão competir agora em 2013. E, hoje, pode ter certeza que eles já estão treinando os atletas de 2020 - afirmou ao L!Net o saltador brasileiro César Castro, único representante do país no Mundial.

O único revés dos chineses em Barcelona ocorreu na plataforma sincronizada de 10m. Os alemães Sascha Klein e Patrick Hausding - medalhistas de prata em Xangai-2011 - foram os responsáveis por tirar a única medalha de ouro do país asiático. Cao Yuan e Zhang Yanquan, representantes da China nesta prova, ficaram "apenas" com a medalha de bronze.

No quadro de medalhas, como não poderia ser diferente, o domínio chinês foi ainda mais esmagador. O país faturou nove medalhas de ouro, duas de prata e duas de bronze. A segunda posição na tabela ficou com a Alemanha, que venceu somente duas medalhas: um ouro e um bronze.

A China fez de novo. Quem duvidava que os asiáticos fossem capazes de repetir o desempenho do Mundial de Esportes Aquáticos de Xangai, há dois anos, quando venceram todas as provas dos saltos ornamentais, teve de se contentar com apenas uma derrota do país na edição deste ano, em Barcelona.

O término dos saltos ornamentais ocorreu no último domingo no Mundial espanhol. A vitória de Qiu Bo (CHN) na plataforma de 10m sacramentou novamente o monopólio total dos chineses no lugar mais alto do pódio da principal competição de esportes aquáticos do planeta: foram nove vitórias em deze provas disputadas.

- Não há nenhuma mágica. Disciplina nos treinos, investimento contínuo e consistente e trabalho... Muito trabalho. Os chineses se preparam com anos de antecedência. Em 2008, eles já estavam preparando os atletas que irão competir agora em 2013. E, hoje, pode ter certeza que eles já estão treinando os atletas de 2020 - afirmou ao L!Net o saltador brasileiro César Castro, único representante do país no Mundial.

O único revés dos chineses em Barcelona ocorreu na plataforma sincronizada de 10m. Os alemães Sascha Klein e Patrick Hausding - medalhistas de prata em Xangai-2011 - foram os responsáveis por tirar a única medalha de ouro do país asiático. Cao Yuan e Zhang Yanquan, representantes da China nesta prova, ficaram "apenas" com a medalha de bronze.

No quadro de medalhas, como não poderia ser diferente, o domínio chinês foi ainda mais esmagador. O país faturou nove medalhas de ouro, duas de prata e duas de bronze. A segunda posição na tabela ficou com a Alemanha, que venceu somente duas medalhas: um ouro e um bronze.