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07/12/2013
10:05

Há dois anos, depois de cinco trabalhando no Japão, Oswaldo de Oliveira voltava ao Brasil para assumir o comando técnico do Botafogo. Ele chegou para o lugar de Caio Júnior, que fora demitido. Prestes a definir o destino do time para 2014 no jogo de domingo, contra o Criciúma, às 17h, no Maracanã, pela 38ª rodada do Campeonato Brasileiro, o treinador, em entrevista coletiva concedida nesta sexta-feira, no Engenhão, fez um balanço do período em que está no comando da equipe.

Na opinião dele, o fato de estar 24 meses no comando do time se deve muito ao esforço do presidente Mauricio Assumpção, que sempre fez questão de mantê-lo no comando. Ele também elegeu a sua única conquista até aqui como o momento mais marcante desta caminhada.

- Em primeiro lugar isso se deu pelo esforço do presidente Maurício Assumpção. Ele foi forte nesse aspecto, resistiu à pressões. Ao grupo de jogadores também por terem reconhecido que o trabalho poderia prosseguir bem. O grande momento aqui foi o título do Carioca, vencendo as duas taças e é claro que o momento de título é o que marca mais - disse Oswaldo.

Para chegar a dois anos no comando do Botafogo, Oswaldo teve de superar muitas adversidades. Além da pressão da torcida, o treinador teve de conviver com perdas constantes de jogadores importantes. Este foi um fator destacado pelo técnico como o mais difícil que teve de enfrentar neste período. Apesar disso, afirmou que foi um trabalho bem elaborado.

- Do meu ponto de vista foi um trabalho bem planejado, mas circunstâncias que fugiram do nosso controle atrapalharam. Mas não nos desmotivaram nem um pouco. Tenho certeza de que se nós tivéssemos Fellype Gabriel, Vitinho, Marcio Azevedo, Antônio Carlos, Andrezinho, tenho certeza que as coisas aconteceriam com o Botafogo.