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14/11/2014
15:27

Hans-Joachim Eckert, responsável por absolver Qatar e da Rússia com relação a possíveis irregularidades nas candidaturas de Rússia e Qatar às Copas do Mundo de 2018 e 2022, respectivamente, se disse surpreso e desapontado com as críticas do também dirigente da Fifa Michael J. García sobre seu trabalho.

García, advogado americano e responsável pela Câmara Investigatória do Comitê de Ética da entidade, investigou os processos de escolha das sedes dos Mundiais e produziu um relatório sobre o assunto, que foi entregue à Câmara Descisória, comandada por Eckert. O dirigente alemão analisou o documento e resolveu absolver Rússia e Qatar. Logo depois do anúncio, porém, Michael J. García divulgou um comunicado dizendo que seu relatório havia sido adulterado e criticou a absolvição dos países:

 - Normalmente quando há discordâncias internas primeiro tudo é falado em confidência, em particular. Tenho tentado entrar em contato com García, sem sucesso. Pode ser tudo um mal entendido - comentou Eckert, contrariado, à "Reuters".