icons.title signature.placeholder Guilherme Palenzuela
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07/07/2013
07:00

O Brasileirão recomeça neste domingo após a parada durante a Copa das Confederações e é argumento favorável para a volta de Muricy Ramalho ao São Paulo. Assim pensa a diretoria do clube, que tem o título da competição como objetivo principal para apagar os fracassos do primeiro semestre. Tricampeão pelo São Paulo, tetra no currículo, Muricy ganha mais um fator positivo, apesar da aceitação, também, ao nome de Paulo Autuori.

Neste domingo, o São Paulo nas mãos de Milton Cruz retoma o Brasileirão e enfrenta o Santos, no Morumbi, às 16h. Muricy venceu quatro das últimas oito edições do torneio – três delas dentro do Morumbi, em 2006, 2007 e 2008. Por isso, membros da diretoria argumentaram ao presidente Juvenal Juvêncio que o currículo do treinador, bem conhecido no clube, é o ideal para salvar o ano no São Paulo.

Além dos títulos, Muricy é a principal alternativa por outros motivos: é próximo a Juvenal Juvêncio até hoje, atenderia ao pedido da torcida, está desempregado e serviria como alternativa política. O presidente está perdendo popularidade e precisa de aceitação no Conselho para eleger um sucessor para 2014, quando finalmente deixará o cargo.

A ressalva a Muricy é a questão salarial. No Santos, adversário deste domingo e do qual foi demitido em maio, o técnico recebia R$ 700 mil mensais. O valor é muito superior ao que ganhava Ney Franco e os últimos treinadores que passaram pelo Morumbi. A diretoria rasga elogios a Muricy, mas a negociação pode se complicar caso a pedida alta aconteça.

Paulo Autuori, nome de aceitação quase unânime na diretoria, está empregado. Hoje, é do Vasco, reclama salários atrasados, mas ouve promessas da direção que o problema vai acabar na semana que vem. A diretoria carioca não crê que ele pedirá demissão por esse motivo e por pressão do São Paulo. Caso a saída aconteça, no entanto, o embate entre Muricy e Autuori pode mudar de cenário. O diretor de futebol tricolor, Adalberto Baptista, diz que quer o novo nome até terça, o que favorece Muricy, desempregado.

Neste domingo, o Brasileirão no qual Muricy tanto se dá bem, recomeça. E o São Paulo corre pela definição.

O Brasileirão recomeça neste domingo após a parada durante a Copa das Confederações e é argumento favorável para a volta de Muricy Ramalho ao São Paulo. Assim pensa a diretoria do clube, que tem o título da competição como objetivo principal para apagar os fracassos do primeiro semestre. Tricampeão pelo São Paulo, tetra no currículo, Muricy ganha mais um fator positivo, apesar da aceitação, também, ao nome de Paulo Autuori.

Neste domingo, o São Paulo nas mãos de Milton Cruz retoma o Brasileirão e enfrenta o Santos, no Morumbi, às 16h. Muricy venceu quatro das últimas oito edições do torneio – três delas dentro do Morumbi, em 2006, 2007 e 2008. Por isso, membros da diretoria argumentaram ao presidente Juvenal Juvêncio que o currículo do treinador, bem conhecido no clube, é o ideal para salvar o ano no São Paulo.

Além dos títulos, Muricy é a principal alternativa por outros motivos: é próximo a Juvenal Juvêncio até hoje, atenderia ao pedido da torcida, está desempregado e serviria como alternativa política. O presidente está perdendo popularidade e precisa de aceitação no Conselho para eleger um sucessor para 2014, quando finalmente deixará o cargo.

A ressalva a Muricy é a questão salarial. No Santos, adversário deste domingo e do qual foi demitido em maio, o técnico recebia R$ 700 mil mensais. O valor é muito superior ao que ganhava Ney Franco e os últimos treinadores que passaram pelo Morumbi. A diretoria rasga elogios a Muricy, mas a negociação pode se complicar caso a pedida alta aconteça.

Paulo Autuori, nome de aceitação quase unânime na diretoria, está empregado. Hoje, é do Vasco, reclama salários atrasados, mas ouve promessas da direção que o problema vai acabar na semana que vem. A diretoria carioca não crê que ele pedirá demissão por esse motivo e por pressão do São Paulo. Caso a saída aconteça, no entanto, o embate entre Muricy e Autuori pode mudar de cenário. O diretor de futebol tricolor, Adalberto Baptista, diz que quer o novo nome até terça, o que favorece Muricy, desempregado.

Neste domingo, o Brasileirão no qual Muricy tanto se dá bem, recomeça. E o São Paulo corre pela definição.