icons.title signature.placeholder Bruno Grossi
23/07/2014
10:30

Enquanto finalizava os detalhes para a viagem para os Estados Unidos no fim de junho, a diretoria do São Paulo esboçava planejamento para outra excursão. A ideia era levar jogadores encostados, como os argentinos Clemente Rodríguez e Marcelo Cañete, para disputar torneio na Áustria e assim valorizar os atletas para uma possível negociação.

Além dos argentinos, que treinam desde abril no CFA Laudo Natel, em Cotia, garotos que já não têm idade para atuar nos times da base e nem foram convocados para o profissional seriam chamados para integrar a delegação. Para finalizar, reservas pouco utilizados do elenco de Muricy Ramalho também poderia participar da viagem.

Por duas razões, no entanto, o negócio não saiu do papel. A primeira, que condicionou a segunda, é a impossibilidade de contar com atletas do elenco principal. Com o Campeonato Brasileiro e a Copa do Brasil em andamento, o plantel de Muricy ficaria enfraquecido e a Confederação Brasileira de Futebol não permitiria reagendamento de partidas para amenizar as ausências.

A segunda razão é que, sem nenhum reforço do profissional, a equipe que participaria do torneio na Áustria não seria tão competitiva, o que diminuiria as chances de algum atleta se destacar diante de clubes europeus. A desistência da excursão foi lamentada pelos dirigentes, que agora pensam em novas estratégias para recolocar, principalmente, Cañete e Clemente no mercado.