icons.title signature.placeholder Marcio Porto
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10/07/2013
17:29

No mesmo dia da desistência da contratação de Robinho, chegou ao fim outra novela no Santos. O clube sacramentou nesta quarta-feira a saída do superintendente administrativo Henrique Schlithler. O dirigente sofria rejeição desde que chegou ao clube, no início de 2012.

Henrique virou motivo de chacota e críticas principalmente entre conselheiros pelo fato de torcer para o rival Corinthians, situação que o acompanhou durante toda sua passagem pelo Peixe. Em recente entrevista ao LANCE!Net, ele se defendeu dizendo que era mais santista do que muito dirigente, mas sua rejeição ia além. O clima com funcionários do clube era péssimo e alguns comemoraram sua saída, Henrique era acusado de não se relacionar bem com companheiros de trabalho.

Nesta quarta-feira, o superintendente até participou da inauguração do novo vestiário da Vila Belmiro, mas em clima de despedida. Enquanto fazia sua última aparição como funcionário do Santos, já se ouvia comentários de alívio sobre sua saída. Ele também era apontado como principal responsável pelos problemas no programa Sócio Rei, crítica contra a qual ele se defendeu.

A demissão vem dias depois da saída de Felipe Faro, superintendente de esportes que foi contratado na mesma época que Henrique. Com isso, o Santos dá continuidade ao processo de reformulação proposto pelo Comitê de Gestão.

O clube não comenta as saídas, mas em nota oficial já informou que passa por uma mudança de organograma. O Peixe informou que "estão ocorrendo demissões que não são frutos de má avaliação por parte do Clube e muito menos de critérios ‘políticos’, como alguns grupos tentam fomentar, mas de extinções de cargos antes previstos, em alguns casos, e readequações financeiras necessárias, em outras situações".

No mesmo dia da desistência da contratação de Robinho, chegou ao fim outra novela no Santos. O clube sacramentou nesta quarta-feira a saída do superintendente administrativo Henrique Schlithler. O dirigente sofria rejeição desde que chegou ao clube, no início de 2012.

Henrique virou motivo de chacota e críticas principalmente entre conselheiros pelo fato de torcer para o rival Corinthians, situação que o acompanhou durante toda sua passagem pelo Peixe. Em recente entrevista ao LANCE!Net, ele se defendeu dizendo que era mais santista do que muito dirigente, mas sua rejeição ia além. O clima com funcionários do clube era péssimo e alguns comemoraram sua saída, Henrique era acusado de não se relacionar bem com companheiros de trabalho.

Nesta quarta-feira, o superintendente até participou da inauguração do novo vestiário da Vila Belmiro, mas em clima de despedida. Enquanto fazia sua última aparição como funcionário do Santos, já se ouvia comentários de alívio sobre sua saída. Ele também era apontado como principal responsável pelos problemas no programa Sócio Rei, crítica contra a qual ele se defendeu.

A demissão vem dias depois da saída de Felipe Faro, superintendente de esportes que foi contratado na mesma época que Henrique. Com isso, o Santos dá continuidade ao processo de reformulação proposto pelo Comitê de Gestão.

O clube não comenta as saídas, mas em nota oficial já informou que passa por uma mudança de organograma. O Peixe informou que "estão ocorrendo demissões que não são frutos de má avaliação por parte do Clube e muito menos de critérios ‘políticos’, como alguns grupos tentam fomentar, mas de extinções de cargos antes previstos, em alguns casos, e readequações financeiras necessárias, em outras situações".