icons.title signature.placeholder Eduardo Mendes, Maurício Oliveira e Thiago Salata
20/06/2014
09:13

A trajetória de Luiz Gustavo na Europa também é curiosa. O volante se profissionalizou no Corinthians Alagoano, foi emprestado ao CRB e saiu cedo do Brasil, com 20 anos, para jogar no Hoffeinhem, da Alemanha. Três temporadas e meia depois, a oportunidade da vida: um contrato com o gigante alemão Bayern Munique, indicado pelo técnico Juup Heynckes, e transferência de 17 milhões de euros (R$ 51 milhões). Foi campeão de tudo o que disputou e passou a fazer parte das listas de Luiz Felipe Scolari na Seleção Brasileira.

Campeão da Copa das Confederações de 2013, no entanto, Luiz Gustavo perdeu espaço com o técnico espanhol Pep Guardiola no Bayern e foi vendido ao Wolfsburg por 15 milhões de euros. O passo atrás na Alemanha não chegou a pôr em risco o status de titular da Seleção.

- Estou muito feliz por ter permanecido na Alemanha e em um clube com a estrutura e o elenco que tem o Wolfsburg. Quero construir uma história vencedora aqui. Tenho certeza que iremos colher bons fruto - disse, ao ser apresentado no Wolfsburg.

Com o sucesso do seu time na Bundesliga, o campeonato alemão (quinto lugar, um ponto atrás do Bayer Leverkusen e da vaga na Liga dos Campeões), Luiz passou a ser especulado no Arsenal (ING), no Monaco (FRA) e na Internazionale (ITA), com valor sugerido de 40 milhões de euros (pouco mais de R$ 120 milhões), quase três vezes mais do que o Wolfsburg pagou.


Luiz Gustavo (à esq) pelo Wolfsburg, durante a Bundesliga (foto: AFP)