icons.title signature.placeholder Igor Siqueira
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01/07/2013
19:01

O gigante acordou, mas foram os pequenos e jovens jogadores da renovada Seleção Brasileira que fizeram a camisa verde e amarela voltar a ser notada com respeito no cenário futebolístico mundial. O crescimento de Neymar e Fred (antes preterido por Mano Menezes e que já não é tão jovem assim) como protagonistas da equipe de Luiz Felipe Scolari diminuiu ainda mais o espaço para os medalhões Kaká e Ronaldinho Gaúcho.

Felipão é daqueles que "fecha" com cada um de seus jogadores, ainda que não tenham papel de destaque nas campanhas da Seleção. O comprometimento e o envolvimento com o grupo pesam. A forma com a qual o Brasil conquistou a Copa das Confederações foi marcante. A superação do desacreditado grupo após amistosos preocupantes contra Inglaterra, Rússia e Itália foi louvável.

Na Seleção atual, Bernard ocupa a vaga que, na teoria, seria de Kaká. O jovem jogador já caiu nas graças de Felipão. Jadson "roubou" a vaga de Ronaldinho na reta final da preparação. Só entrou na decisão, com o resultado garantido contra a Espanha.

A segunda versão da família Scolari está montada. Achar uma brecha para a Copa-2014 vai ser complicado, mas o treinador insiste no discurso de que não vai fechar as portas.

- A porta nunca está estreita, tá sempre aberta para os grandes jogadores. A gente vai ver o momento, a partir de agora vai observar jogos na Europa, no Brasil e nos amistosos para ver a melhor seleção para 2014. Todos vão ser observados e serão bem vindos na hora em que a gente convocar para os jogos do Mundial - pontuou o treinador.

Ronaldinho, com 33 anos, esteve na última convocação do Brasil antes do anúncio da lista para a Copa das Confederações. Já disse que não curte muito assistir aos jogos do Brasil, mas pelo menos mostrou ter se lembrado da Seleção nas redes sociais.

- Parabéns à Seleção. Parabéns aos meus parceiros Jô, Rever e Bernard que representaram as cores do Galo - publicou o jogador no Twitter após o título.

Já Kaká, com 31, que jogou contra russos e italianos em março, está na China participando de ações promocionais ao lado do ex-jogador de basquete Yao Ming e não fez referência aos jogos da Seleção em seus perfis. A incerteza acerca de seu futuro no Real Madrid é fator contrário.

Ronaldinho tem 102 jogos pela Seleção. Kaká, 86. Vão parar por aí?

O gigante acordou, mas foram os pequenos e jovens jogadores da renovada Seleção Brasileira que fizeram a camisa verde e amarela voltar a ser notada com respeito no cenário futebolístico mundial. O crescimento de Neymar e Fred (antes preterido por Mano Menezes e que já não é tão jovem assim) como protagonistas da equipe de Luiz Felipe Scolari diminuiu ainda mais o espaço para os medalhões Kaká e Ronaldinho Gaúcho.

Felipão é daqueles que "fecha" com cada um de seus jogadores, ainda que não tenham papel de destaque nas campanhas da Seleção. O comprometimento e o envolvimento com o grupo pesam. A forma com a qual o Brasil conquistou a Copa das Confederações foi marcante. A superação do desacreditado grupo após amistosos preocupantes contra Inglaterra, Rússia e Itália foi louvável.

Na Seleção atual, Bernard ocupa a vaga que, na teoria, seria de Kaká. O jovem jogador já caiu nas graças de Felipão. Jadson "roubou" a vaga de Ronaldinho na reta final da preparação. Só entrou na decisão, com o resultado garantido contra a Espanha.

A segunda versão da família Scolari está montada. Achar uma brecha para a Copa-2014 vai ser complicado, mas o treinador insiste no discurso de que não vai fechar as portas.

- A porta nunca está estreita, tá sempre aberta para os grandes jogadores. A gente vai ver o momento, a partir de agora vai observar jogos na Europa, no Brasil e nos amistosos para ver a melhor seleção para 2014. Todos vão ser observados e serão bem vindos na hora em que a gente convocar para os jogos do Mundial - pontuou o treinador.

Ronaldinho, com 33 anos, esteve na última convocação do Brasil antes do anúncio da lista para a Copa das Confederações. Já disse que não curte muito assistir aos jogos do Brasil, mas pelo menos mostrou ter se lembrado da Seleção nas redes sociais.

- Parabéns à Seleção. Parabéns aos meus parceiros Jô, Rever e Bernard que representaram as cores do Galo - publicou o jogador no Twitter após o título.

Já Kaká, com 31, que jogou contra russos e italianos em março, está na China participando de ações promocionais ao lado do ex-jogador de basquete Yao Ming e não fez referência aos jogos da Seleção em seus perfis. A incerteza acerca de seu futuro no Real Madrid é fator contrário.

Ronaldinho tem 102 jogos pela Seleção. Kaká, 86. Vão parar por aí?