icons.title signature.placeholder Guilherme Abrahão
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05/07/2013
15:42

Apesar de já ter acertado todas as condições contratuais com o Al Hilal (SAU), Thiago Neves pode seguir no Fluminense. Isto porque o Tricolor e o clube saudita ainda não chegaram a um acordo sobre a forma de pagamento dos cerca de R$ 18 milhões pelo jogador. O Al Hilal quer pagar em três ou quatro vezes e o Tricolor só aceita em no máximo duas vezes, uma agora e outra no fim da temporada.

Assim, o camisa 10 segue se tratando no clube e em compasso de espera sobre a negociação. Entre os sauditas e o jogador ficou acertado que o contrato seria de dois anos e a remuneração que o jogador irá receber está bem acima do que hoje ganha no Fluminense. Além disso, o Al Hilal colocará uma cláusula no contrato para negociá-lo em caso de propostas do futebol europeu. Com todos estes acertos, o apoiador deu um sinal positivo para retornar ao mundo árabe e aguarda a posição do Flu para viajar para a Arábia Saudita, realizar exames médicos e assinar o novo compromisso.

Mesmo feliz com os termos, Thiago Neves não irá forçar sua saída para o Al Hilal. Quando retornou ao Brasil, em 2011, para atuar pelo Flamengo, a vontade do jogador pesou para o Al Hilal liberá-lo por empréstimo. Em seguida, pediu para não retornar porque queria seguir no Brasil e acabou voltando para o Fluminense. Desta vez, como os valores do novo contrato com os sauditas estão muito acima do que recebe no Brasil, o jogador aceitou o retorno.

O Al Shabab (SAU) também está de olho na negociação e, por enquanto, foi colocado de lado pela diretoria tricolor. Os sauditas querem pagar cerca de R$ 16 milhões para o Fluminense, porém acenam em dar o valor à vista, o que agradaria mais as pretensões do clube e da Unimed Participações, que dividem os direitos econômicos do atleta. Porém, se for para atuar em outro clube do mundo árabe que não seja o Al Hilal, Thiago Neves não deve aceitar o acordo, mesmo com uma remuneração superior à do Tricolor.

A diretoria do Fluminense também não se esforçará para liberar Thiago Neves. Mesmo com as duas propostas em mãos, o clube quer que o acerto venha de uma forma vantajosa. Isto porque como só possui 20% dos direitos do jogador, não seria interessante um pagamento em mais de duas vezes, dos cerca de R$ 3,6 milhões que o clube tem direito a receber. Os outros R$ 14,4 milhões serão destinados a Unimed Participações, detentora de 80% dos direitos.

A diretoria do Fluminense segue mantendo a linha cautelosa ao falar da negociação do meia com o Al Hilal. Segundo o diretor executivo do clube, Rodrigo Caetano, as tratativas seguem em andamento, sem novidades.

- Em relação à negociação, segue no mesmo compasso. O clube avalia a possibilidade da saída dele. É claro que o nosso desejo é seguir contando com ele, mas estamos avaliando agora - disse.

Enquanto isso, o jogador segue no departamento médico do clube se recuperando de um estiramento na panturrilha esquerda e sem previsão de volta.




Apesar de já ter acertado todas as condições contratuais com o Al Hilal (SAU), Thiago Neves pode seguir no Fluminense. Isto porque o Tricolor e o clube saudita ainda não chegaram a um acordo sobre a forma de pagamento dos cerca de R$ 18 milhões pelo jogador. O Al Hilal quer pagar em três ou quatro vezes e o Tricolor só aceita em no máximo duas vezes, uma agora e outra no fim da temporada.

Assim, o camisa 10 segue se tratando no clube e em compasso de espera sobre a negociação. Entre os sauditas e o jogador ficou acertado que o contrato seria de dois anos e a remuneração que o jogador irá receber está bem acima do que hoje ganha no Fluminense. Além disso, o Al Hilal colocará uma cláusula no contrato para negociá-lo em caso de propostas do futebol europeu. Com todos estes acertos, o apoiador deu um sinal positivo para retornar ao mundo árabe e aguarda a posição do Flu para viajar para a Arábia Saudita, realizar exames médicos e assinar o novo compromisso.

Mesmo feliz com os termos, Thiago Neves não irá forçar sua saída para o Al Hilal. Quando retornou ao Brasil, em 2011, para atuar pelo Flamengo, a vontade do jogador pesou para o Al Hilal liberá-lo por empréstimo. Em seguida, pediu para não retornar porque queria seguir no Brasil e acabou voltando para o Fluminense. Desta vez, como os valores do novo contrato com os sauditas estão muito acima do que recebe no Brasil, o jogador aceitou o retorno.

O Al Shabab (SAU) também está de olho na negociação e, por enquanto, foi colocado de lado pela diretoria tricolor. Os sauditas querem pagar cerca de R$ 16 milhões para o Fluminense, porém acenam em dar o valor à vista, o que agradaria mais as pretensões do clube e da Unimed Participações, que dividem os direitos econômicos do atleta. Porém, se for para atuar em outro clube do mundo árabe que não seja o Al Hilal, Thiago Neves não deve aceitar o acordo, mesmo com uma remuneração superior à do Tricolor.

A diretoria do Fluminense também não se esforçará para liberar Thiago Neves. Mesmo com as duas propostas em mãos, o clube quer que o acerto venha de uma forma vantajosa. Isto porque como só possui 20% dos direitos do jogador, não seria interessante um pagamento em mais de duas vezes, dos cerca de R$ 3,6 milhões que o clube tem direito a receber. Os outros R$ 14,4 milhões serão destinados a Unimed Participações, detentora de 80% dos direitos.

A diretoria do Fluminense segue mantendo a linha cautelosa ao falar da negociação do meia com o Al Hilal. Segundo o diretor executivo do clube, Rodrigo Caetano, as tratativas seguem em andamento, sem novidades.

- Em relação à negociação, segue no mesmo compasso. O clube avalia a possibilidade da saída dele. É claro que o nosso desejo é seguir contando com ele, mas estamos avaliando agora - disse.

Enquanto isso, o jogador segue no departamento médico do clube se recuperando de um estiramento na panturrilha esquerda e sem previsão de volta.