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28/07/2013
15:13

Em mais uma ação para tentar impedir a demolição do Parque Aquático Júlio De Lamare, a Defensoria Pública da União enviou, em caráter de urgência, um documento de reclamação formal ao Comitê Olímpico Internacional (COI). A carta foi enderaçada à presidente da Comissão de Coordenação para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio-2016, Nawal El Moutawakel, para análise do caso.

De acordo com o defensor público titular do 1º Ofício de Direitos Humanos e Tutela Coletiva da Defensoria, André Odarcgy, "não restou outra solução a não ser internacionalizar o conflito". No texto, é ressaltada a importância histórica não só do De Lamare como também do Estádio de Atletismo Célio de Barros, ambos pertencentes ao Complexo Esportivo do Maracanã e previstos para serem demolidos por conta das obras para a Copa do Mundo de 2014.

No documento, Odarcgy relata algumas das importantes competições internacionais realizadas em cada uma das instalações, a relevância de se manter o projeto arquitetônico originário de 1947 do complexo esportivo, além das quantias investidas na reforma do Júlio de Lamare para os Jogos Pan-Americanos Rio-2007. O defensor também lembra a função do parque aquático não só para os atletas profissionais, mas para a sociedade que usufruía do espaço pelos projetos sociais.

Em outra frente de trabalho, a Defensoria aguarda o dia 8 de agosto, data em que o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) irá se posicionar sobre o caso. Até este dia, o Iphan nacional suspendeu a autorização da demolição dos dois centros de treinamentos para que pudesse analisar melhor o caso.

Em mais uma ação para tentar impedir a demolição do Parque Aquático Júlio De Lamare, a Defensoria Pública da União enviou, em caráter de urgência, um documento de reclamação formal ao Comitê Olímpico Internacional (COI). A carta foi enderaçada à presidente da Comissão de Coordenação para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio-2016, Nawal El Moutawakel, para análise do caso.

De acordo com o defensor público titular do 1º Ofício de Direitos Humanos e Tutela Coletiva da Defensoria, André Odarcgy, "não restou outra solução a não ser internacionalizar o conflito". No texto, é ressaltada a importância histórica não só do De Lamare como também do Estádio de Atletismo Célio de Barros, ambos pertencentes ao Complexo Esportivo do Maracanã e previstos para serem demolidos por conta das obras para a Copa do Mundo de 2014.

No documento, Odarcgy relata algumas das importantes competições internacionais realizadas em cada uma das instalações, a relevância de se manter o projeto arquitetônico originário de 1947 do complexo esportivo, além das quantias investidas na reforma do Júlio de Lamare para os Jogos Pan-Americanos Rio-2007. O defensor também lembra a função do parque aquático não só para os atletas profissionais, mas para a sociedade que usufruía do espaço pelos projetos sociais.

Em outra frente de trabalho, a Defensoria aguarda o dia 8 de agosto, data em que o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) irá se posicionar sobre o caso. Até este dia, o Iphan nacional suspendeu a autorização da demolição dos dois centros de treinamentos para que pudesse analisar melhor o caso.