icons.title signature.placeholder Luiz Carlos Ferreira
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29/07/2013
18:01

O defensor público federal André Odarcgy disse que já pode ser considerada uma conquista o posicionamento do governador Sérgio Cabral em rever a demolição do Parque Aquático Júlio de Lamare, nesta segunda-feira. Entretanto, ele entendeu que a atitude foi uma vitória parcial e que agora esperará o parecer do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para tentar preservar o Complexo Esportivo Célio de Barros e a Escola Municipal Friedenreich.

Ele ainda revelou que já tinha sido avisado por fontes não oficiais que o governador iria fazer o anúncio. O parecer do Iphan sobre as demolições será dado no dia 8 de agosto.

- Eu acho que a gente já pode comemorar a salvação do de Lamare, mas a gente vai esperar a posição do Iphan para tentar salvar o Célio e a escola. A gente louva a iniciativa dele em ter reconhecido parcialmente a questão. É uma luta ganha pela metade - ressaltou Ordacgy.

O defensor acredita que a atitude de Cabral foi motivada pelas mobilizações sociais, pela atuação da defensoria junto ao Iphan e por uma liminar ainda vigente de maio, concedida pelo juiz Afonso Henrique Ferreira Barbosa, que preserva os equipamentos.

- As mobilizações sociais acabaram colocando vários gestores públicos pressionados a reverem seus comportamentos. O que o governo quer fazer agora, com muito atraso, já que não houve diálogo, é uma espécie de mea culpa - disse André.

O defensor público federal André Odarcgy disse que já pode ser considerada uma conquista o posicionamento do governador Sérgio Cabral em rever a demolição do Parque Aquático Júlio de Lamare, nesta segunda-feira. Entretanto, ele entendeu que a atitude foi uma vitória parcial e que agora esperará o parecer do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para tentar preservar o Complexo Esportivo Célio de Barros e a Escola Municipal Friedenreich.

Ele ainda revelou que já tinha sido avisado por fontes não oficiais que o governador iria fazer o anúncio. O parecer do Iphan sobre as demolições será dado no dia 8 de agosto.

- Eu acho que a gente já pode comemorar a salvação do de Lamare, mas a gente vai esperar a posição do Iphan para tentar salvar o Célio e a escola. A gente louva a iniciativa dele em ter reconhecido parcialmente a questão. É uma luta ganha pela metade - ressaltou Ordacgy.

O defensor acredita que a atitude de Cabral foi motivada pelas mobilizações sociais, pela atuação da defensoria junto ao Iphan e por uma liminar ainda vigente de maio, concedida pelo juiz Afonso Henrique Ferreira Barbosa, que preserva os equipamentos.

- As mobilizações sociais acabaram colocando vários gestores públicos pressionados a reverem seus comportamentos. O que o governo quer fazer agora, com muito atraso, já que não houve diálogo, é uma espécie de mea culpa - disse André.