icons.title signature.placeholder Luiz Signor
30/03/2014
08:02

Quis o destino que o reencontro acontecesse justamente em uma final. O duelo entre Vasco e Sport, neste domingo, a partir das 10h (11h no horário de Brasília, pela final da IV Copa Brasil de Beach Soccer, será ainda mais especial para um jogador: Cesinha, goleiro do Cruz-Maltino. Ele terá a oportunidade de ajudar o Vasco a superar o time pernambucano, algoz vascaíno em uma das semifinais do torneio em 2013, quando o camisa 1 não estava em suas melhores condições.

Cesinha precisou levar oito pontos na boca após sofrer um corte no primeiro jogo do Vasco na Copa Brasil de 2013, durante a goleada do time carioca contra o Fast, do Amazonas, por 9 a 1, logo na primeira rodada da competição. Ele seguiu no torneio, mas viu o Cruz-Maltino ser eliminado pelo Sport nas semi. E aquele jogo - vitória do Rubro-Negro pernambucano por 3 a 2 - não foi esquecido por Cesinha, decisivo para a presença do Vasco na decisão deste ano.

- Cheguei na semifinal muito cansado, muito debilitado e perdemos. Isso estava na minha cabeça até hoje, que não era para ter sido assim no ano passado. Agora, chegamos novamente em uma semifinal e, desta vez, passamos à final. E a final será justamente contra o time que a gente perdeu no ano passado - disse o goleiro, ao LANCE!NET, antes de completar:

- Até hoje eu guardo esse jogo, pelo estado em que eu estava. Se estivesse bem, o resultado não seria aquele. Deus colocou o Sport novamente no nosso caminho, só que dessa vez na final, valendo título. Somos os campeões de 2012 e vamos com tudo amanhã (neste domingo) para mais um título.

E Cesinha sabe que apoio não faltará para o Vasco buscar o segundo título da Copa Brasil nas areias do Rio Negro. Quando a delegação cruz-maltina chegou a Manaus, na madrugada da última terça-feira, por exemplo, cerca de 30 torcedores aguardavam o time no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes.

- O lugar em que mais nos sentimos em casa é aqui em Manaus. A torcida do Vasco nos abraça de uma tal maneira que, quando a gente chega aqui 3h da manhã e os caras estão esperando a gente no aeroporto, gritando e cantando é de arrepiar - completou o camisa 1.

* O repórter viaja a convite da organização da IV Copa Brasil de Beach Soccer.