icons.title signature.placeholder Felippe Rocha
20/03/2014
08:07

Se dentro de campo a fase do Vasco é boa, fora dele a situação é bem tensa. Além da fervente política, às vésperas da eleição, financeiramente o Vasco vai mal das pernas. E é possível, acredite, que piore. Isto porque, a calmaria diante da obtenção das Certidões Negativas de Débito, no final do ano passado, pode virar tormenta.

O Vasco ainda não conseguiu honrar seus compromissos no que diz respeito à Certidão Previdenciária. Por isso, no site da Receita Federal, a mesma já consta como cancelada, antes mesmo de expirar o prazo de validade, que é no dia 7 de abril.

Quanto à Certidão Positiva com Efeito de Negativa, que vigora até o próximo dia 8, constam dois débitos que somam R$ 3.527.134,78. Este documento diz respeito à Receita Federal e à Procuradoria Geral da Fazenda Nacional. Se não houver pagamento dessas dívidas, a Certidão também será, automaticamente, cancelada.

Sem elas, o Cruz-Maltino não pode receber dinheiro da esfera pública, representada no clube, neste momento, pelo patrocínio master do uniforme: a Caixa Econômica Federal, que tem contrato até o metade deste ano.

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Para receber a última parcela dos R$ 15 milhões e renovar o vínculo com a estatal, é preciso comprovar, através das tais Certidões, que as dívidas públicas da instituição estão sob controle. Diante deste cenário, o diretor geral do clube, Cristiano Koehler, admite a pendência.

– A Certidão Previdenciária, por um problema interno, nós não efetuamos o pagamento – disse.

No entanto, Cristiano Koehler mantém a tranquilidade, afirmando ter conhecimento e controle em relação ao débito.

– Está sob controle. Nós temos um prazo até o mês de abril. Pagando até lá, deixará de constar como cancelada – afirmou.