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26/07/2013
19:18

Os benefícios concedidos pela Minas Arena, gestora do Mineirão, ao Atlético-MG na partida decisiva da Copa Libertadores, diante do Olimpia (PAR), irritaram o presidente Gilvan de Pinho Tavares. O fato de a empresa não cobrar taxas do atual campeão continental foram questionados pelo mandatário do Cruzeiro, parceiro comercial da administradora do Gigante da Pampulha.

Conforme o contrato entre a Raposa e a responsável pelo principal palco do futebol mineiro, o clube tem direito a benefícios idênticos àqueles dados às equipes que atuarem no local.

– Isso é uma questão jurídica que vamos colocar a partir de domingo com a Minas Arena. O consórcio ofereceu uma condição para o Atlético jogar, e nós examinamos o borderô. Nós tivemos a informação que o Atlético não pagou despesas de taxa de segurança, do ‘posso ajudar’, da água, da luz para a Minas Arena. Esse direito, então, foi transferido para o Cruzeiro, porque colocamos uma cláusula no contrato que, qualquer benefício a outro clube que usasse o estádio, o Cruzeiro fará jus a ele – afirmou o mandatário cruzeirense, que ainda completou:

– A partir desse domingo, deixaremos de pagar essas taxas, porque temos direitos. Se eles acharem que não, que discutam conosco na justiça. Usaram comigo de uma desculpa que não aceito. Disseram que o Atlético jogou e o estado não pagou essa taxa, porque foi requisitada a data pelo estado. Isso é camuflar a verdade. Nenhum clube que tenha assinado contrato com a Minas Arena pode jogar no Mineirão sem a autorização do estado, que tem direito a quatro datas para evento, desde que não firam os direitos do Cruzeiro e do América-MG. Ao deixar de cobrar as despesas do Atlético-MG, ele passa esse direito para o Cruzeiro e vamos fazer valer esse direito.

E MAIS:
> Júlio Baptista se encontra com torcida e diretoria do Cruzeiro em sede do clube
> Com Willian no banco, técnico do Cruzeiro confirma time para o clássico
> Leia mais sobre o Cruzeiro

Os benefícios concedidos pela Minas Arena, gestora do Mineirão, ao Atlético-MG na partida decisiva da Copa Libertadores, diante do Olimpia (PAR), irritaram o presidente Gilvan de Pinho Tavares. O fato de a empresa não cobrar taxas do atual campeão continental foram questionados pelo mandatário do Cruzeiro, parceiro comercial da administradora do Gigante da Pampulha.

Conforme o contrato entre a Raposa e a responsável pelo principal palco do futebol mineiro, o clube tem direito a benefícios idênticos àqueles dados às equipes que atuarem no local.

– Isso é uma questão jurídica que vamos colocar a partir de domingo com a Minas Arena. O consórcio ofereceu uma condição para o Atlético jogar, e nós examinamos o borderô. Nós tivemos a informação que o Atlético não pagou despesas de taxa de segurança, do ‘posso ajudar’, da água, da luz para a Minas Arena. Esse direito, então, foi transferido para o Cruzeiro, porque colocamos uma cláusula no contrato que, qualquer benefício a outro clube que usasse o estádio, o Cruzeiro fará jus a ele – afirmou o mandatário cruzeirense, que ainda completou:

– A partir desse domingo, deixaremos de pagar essas taxas, porque temos direitos. Se eles acharem que não, que discutam conosco na justiça. Usaram comigo de uma desculpa que não aceito. Disseram que o Atlético jogou e o estado não pagou essa taxa, porque foi requisitada a data pelo estado. Isso é camuflar a verdade. Nenhum clube que tenha assinado contrato com a Minas Arena pode jogar no Mineirão sem a autorização do estado, que tem direito a quatro datas para evento, desde que não firam os direitos do Cruzeiro e do América-MG. Ao deixar de cobrar as despesas do Atlético-MG, ele passa esse direito para o Cruzeiro e vamos fazer valer esse direito.

E MAIS:
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