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08/11/2013
07:05

Há exatamente dez anos, o Cruzeiro escrevia mais uma página imortal de sua história. Comandado por Wanderlei Luxemburgo, o time mineiro fechava a temporada de 2003 com um feito inédito no futebol nacional: Mineiro, Copa do Brasil e Brasileiro, todos na conta da Raposa.

Contrariando a lógica, de 2004 pra frente, contudo, o Cruzeiro viveu períodos de ascensões e frustrações ao longo das temporadas. Por três anos, o clube nem sequer voltou a assustar no Campeonato Brasileiro, chegando a ficar o mesmo período sem disputar a Libertadores. Pelo clube, passaram jogadores renomados como Doni, Jefferson, Rivaldo e Élber, além de outros velhos conhecidos como Giovanni, campeão da Copa do Brasil de 2000. Ainda jovens, Guilherme, Fred e Kerlon começavam a dar as caras ao mundo.

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A partir de 2007, o Cruzeiro voltou a figurar entre os melhores do país. Por cerca de quatro temporadas, o time mudaria pouco, permanecendo com jogadores como Fábio, Jonathan, Thiago Heleno, Marquinhos Paraná, Ramires, Henrique, Guilherme e Thiago Ribeiro. Mas ainda faltava outro grande título. Com Dorival Júnior e Adilson Batista, posteriormente, a Raposa voltou à Libertadores e aplicou goleadas históricas sobre o rival Atlético-MG, mas bateu na trave na final da torneio continental e do Brasileiro, já com o técnico Cuca.

De 2010 em diante, o período fora de Belo Horizonte foi um dos mais complicados da história celeste. Jogando em Sete Lagoas, o clube quase foi rebaixado no Brasileiro, mantendo-se na elite após golear mais uma vez o rival de Minas. No ano passado, Gilvan começou de vez seu trabalho como presidente do clube. Com Alexandre Mattos ao lado, os dois deram exemplo de administração e fizeram o clube encantar o Brasil com um futebol que poderá ser, já neste domingo, coroado com o título brasileiro.