icons.title signature.placeholder LANCEPRESS!
02/06/2014
08:23

O Fluminense empatou neste domingo com o Internacional, por 1 a 1, no Moacyrzão, e perdeu a chance de ir para o recesso da Copa do Mundo mais próximo do líder Cruzeiro. O Tricolor, porém, não perdeu posição na tabela de classificação, mesmo tendo a mesma pontuação que outros três clubes (São Paulo, Corinthians e o próprio Inter).

- Segundo lugar é uma posição muito boa. A diferença de pontos é pequena, o campeonato é muito equilibrado. Terminar essa fase em segundo foi muito bom - afirmou Cristovão Borges, satisfeito.

O treinador também disse acreditar que a equipe tenha potencial para melhorar e lutará por isso quando retornar desse intervalo que terá pela frente:

- Durante esses jogos, mostramos vídeos para que eles vejam as coisas boas e as más que fizeram. Aquilo que precisa ser corrigido, fazemos jogo a jogo. A equipe tem potencial para mais. Tem capacidade para isso e com certeza vamos lutar para voltar melhores.

Durante o confronto com os gaúchos, o comandante tricolor utilizou dois atletas provenientes das categorias de base do clube: os jovens Kenedy e Gustavo Scarpa, que vieram de Xerém. O técnico mostrou confiança na dupla, apesar da idade.

Cristovão diz que jogadores merecem folga pelas boas atuações

- Não tem essa de idade, não. Se tem potencial, qualidade para jogar no Fluminense, vão jogar. Coloquei o Kenedy algumas vezes. Coloquei o Gustavo (Scarpa) e queria ter colocado outros. São jogadores bons, o futuro do clube e vão dar alegrias.

Embora confie nos jovens valores que possui no elenco, Cristovão continua em busca de jogadores que completem as carências do grupo. É sabido que o Fluminense está próximo de oficializar o acerto com três atletas: Henrique, Cícero e Wellington Nem. A informação é afirmada pelo próprio treinador.

- Estamos trabalhando bastante para que todos os nossos desejos sejam concretizados. Esperamos isso. Alguns estão bastante adiantados, quase concretizados. Nossa vontade é de ficar mais fortes. O ano vai exigir muito e queremos brigar no alto, mais fortes.