icons.title signature.placeholder Guilherme Abrahão
07/04/2014
08:00

A semana promete ser longa para o Fluminense e em especial para o técnico Cristovão Borges. Em três dias, o treinador terá diversos desafios para recolocar o Tricolor no caminho das vitórias e, quem sabe, ajudar a reconquistar o moral perdido nos últimos jogos. Na quinta-feira, diante do Horizonte, começará a caminhada do novo comandante da equipe.

E não são poucos os desafios. Apesar da identificação com o Fluminense quando jogava, Cristovão ganhou fama no mercado como técnico do Vasco, em parceria com Ricardo Gomes. Foi em São Januário que ele despontou como treinador e virou alvo de cobiça de grandes clubes. Por isso, logo de cara, o comandante terá de deixar para trás o vínculo com o arquirrival e cair no gosto dos tricolores.

Além disso, Cristovão Borges chega em um turbilhão político. O treinador foi uma escolha única e exclusiva do presidente Peter Siemsen e terá de fazer de tudo para estreitar relações com Celso Barros, presidente da parceira e patrocinadora do clube. Desafio este que não o preocupa.

– Vou estar junto com todo mundo. Todos fazem parte diretamente do Fluminense. Todos querem ver o Fluminense bem. Não tem problema nenhum. Vamos nos juntar, ficarmos cada vez mais fortes e juntos teremos mais facilidade para vencer os desafios – afirmou.

Outro desafio do treinador é encontrar um padrão tático para a equipe. No primeiro coletivo, armou o time no tradicional 4-4-2. Enquanto o ex-treinador Renato Gaúcho escalava o Flu com três volantes, o que não agradava a todos os jogadores. Agora, Cristovão ainda tem de adaptar os principais atletas à forma de jogar. Desafios não faltam. Agora é com ele.