icons.title signature.placeholder Guilherme Abrahão
03/04/2014
17:34

O Fluminense, antes mesmo de demitir Reanto Gaúcho na quarta-feira, já estava de olho no mercado. Tanto que cinco dias antes do anúncio oficial da saída do treinador, pessoas ligadas à diretoria tricolor sondaram o técnico Cristovão Borges para saber qual era a sua disponibilidade. No mesmo período, Cristovão recebeu uma proposta do Al Wahda (EAU) e acabou declinando do convite.

Mesmo ainda sem ter chegado nada oficial do Tricolor, já que Renato Gaúcho ainda estava empregado, Cristovão Borges não quis abrir negociações com o time do Oriente Médio, apesar dos vencimentos oferecidos, muito acima dos cerca de R$ 150 mil que irá receber do Fluminense. Porém, a vontade de ficar no Brasil e o sonho de trabalhar como treinador no Fluminense, clube em que assinou seu primeiro contrato profissional como jogador, fizeram o técnico esperar um novo contato da diretoria.

Apresentado oficialmente nesta quinta-feira, Cristovão Borges não confirmou o contato do Fluminense nos dias que antecederam a demissão de Renato Gaúcho, mas falou o porque recusou a proposta do Al Wahda.

- Penso na minha carreira, tenho que fazer uma história maior aqui no Brasil. Já tive alguns contatos com o Fluminense e isso foi importante. Preferi assumir esse desafio. Agora não vale a pena, já passou, não aconteceu. Não vale a pena falar sobre isso - comentou.

Motivado, Cristovão chega ao Flu pronto para novo desafio