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07/07/2013
20:52

A derrota sofrida para o Atlético por 3 a 2, neste domingo, no Independência, tem de ser colocada na conta do árbitro Anderson Daronco, segundo os jogadores do Criciúma. Minutos depois do apito final, eles externaram a indignação com o desempenho do juiz do encontro.

- Corremos atrás, mas o juiz minou e amarrou o jogo. Sempre que conseguíamos um contra-ataque ele dava faltas - começou o atacante Lins.

A reclamação maior veio de um pênalti não marcado sobre Morais, durante o segundo tempo, quando o adversário vencia por 2 a 1. No lance, Réver deu um carrinho e acabou atingindo o meia do Tigre na área de ataque.

- Réver deu uma voadora em Morais. Mas ele não quis marcar. Fazer o quê? - prosseguiu o atacante do Criciúma.

O técnico Vadão também foi bastante duro.

- Não me compete falar sobre arbitragem, mas, além do pênalti não marcado, ele veio para intimidar nossos jogadores. Ficava marcando faltas e evitou uma jogada que sairíamos na cara do gol.

Morais, protagonista da jogada, concorda com o companheiro e com o comandante.

E MAIS:

Xô Z-4! Mistão do Galo vence Criciúma e deixa rebaixamento
Estrangeiros também viram febre fora dos grandes centros do Brasil

- No mínimo, uma jogada perigosa de dois lances. Ele veio com as duas pernas. Se fosse a favor deles, aqui, o juiz daria - reclamou Morais.

O Criciúma volta a campo no próximo domingo, contra o Goiás, no Heriberto Hülse. O Tigre, com seis pontos, está na zona de rebaixamento, ocupando a 17ª colocação.

Time misto do Atlético-MG vence o Criciúma


A derrota sofrida para o Atlético por 3 a 2, neste domingo, no Independência, tem de ser colocada na conta do árbitro Anderson Daronco, segundo os jogadores do Criciúma. Minutos depois do apito final, eles externaram a indignação com o desempenho do juiz do encontro.

- Corremos atrás, mas o juiz minou e amarrou o jogo. Sempre que conseguíamos um contra-ataque ele dava faltas - começou o atacante Lins.

A reclamação maior veio de um pênalti não marcado sobre Morais, durante o segundo tempo, quando o adversário vencia por 2 a 1. No lance, Réver deu um carrinho e acabou atingindo o meia do Tigre na área de ataque.

- Réver deu uma voadora em Morais. Mas ele não quis marcar. Fazer o quê? - prosseguiu o atacante do Criciúma.

O técnico Vadão também foi bastante duro.

- Não me compete falar sobre arbitragem, mas, além do pênalti não marcado, ele veio para intimidar nossos jogadores. Ficava marcando faltas e evitou uma jogada que sairíamos na cara do gol.

Morais, protagonista da jogada, concorda com o companheiro e com o comandante.

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