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08/03/2014
14:43

Coritiba e Londrina se enfrentam neste domingo, às 16h, pela última rodada do Campeonato Paranaense. Dentro de campo, o Tubarão busca bater o Coxa - já classificado - para avançar à fase de mata-mata do torneio. Mas longe do gramado, as preocupações no Estádio do Café são outras. Há a preocupação de que a contestada derrota na final do primeiro turno em 2013 ainda esteja na cabeça dos torcedores do interior. Na ocasião, o Alviverde venceu por 1 a 0, e a arbitragem foi apontada como principal culpada pela derrota adversária. Com medo de uma retaliação, o policiamento para o jogo será dobrado.

- Existe sim essa preocupação, comenta-se que existe essa rivalidade e não queremos que ocorra nenhum incidente. Vamos escoltar a torcida e o time do Coritiba, além de isolar a frente do estádio na chegada dos torcedores coxas-brancas para evitar que ocorra apedrejamento de ônibus - revelou o major José Luis de Oliveira, comandante da Polícia Militar encarregado pelo duelo, à "Gazeta do Povo".

160 policiais fazem a segurança do Estádio do Café no domingo, entre eles Tropa de Choque e Cavalaria. Além do reforço militar, o Coxa conta também com o apoio da diretoria adversária para que o jogo transcorra sem problemas.

- Tomamos todas as precauções para que o Coritiba e sua torcida - e até nós mesmos, em caso de desclassificação -, não tenhamos problemas - disse o diretor de futebol do Londrina, João Severo, à "Gazeta do Povo".

Relembre o jogo polêmico:

Na decisão do primeiro turno do Estadual 2013, Tubarão e Coxa faziam jogo disputado. Aos 18 minutos do segundo tempo, o time do interior chegou ao ataque e, dentro da área, o zagueiro Pereira colocou a mão na bola. Pênalti não marcado pelo árbitro Felipe Gomes da Silva, para desespero geral. E pior. No contra-ataque da jogada, Alex recebeu e chutou no canto para fazer o gol da vitória alviverde.

Inconformados, os jogadores do Londrina, inclusive os do banco de reservas, cercaram o homem do apito. A confusão só foi resolvida depois de intervenção policial. E Gilvan, defensor do LEC, foi expulso. Na sequência, o time da casa até tentou com um a menos, mas não foi páreo para o Coxa, que levantou a taça do primeiro turno e, posteriormente, foi campeão estadual.