icons.title signature.placeholder Frederico Ribeiro
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02/07/2013
09:14

Quando os jogadores do Atlético-MG desembarcaram na noite de segunda-feira no Aeroporto Internacional Islas Malvinas, de Rosário, Ronaldinho Gaúcho saiu caminhando tranquilamente pela pista de pouso até a alfândega do local. Com ar de tranquilidade, o jogador sabia que logo viria os primeiros pedidos de autógrafo. Mas quem conseguiu o primeiro em solo argentino foi Jean Paulo Raucci, brasileiro radicado em Rosário.

Raucci é torcedor do Corinthians, paulista e está em Rosário desde 2005, quando foi morar ao lado da esposa. O empresário estava trabalhando pela companhia área da Gol (a mesma do voo do Galo) e projetou a mesma alegria que teve na coquista da Libertadores, no ano passado, para os torcedores do Galo.

- Vim pegar o autógrafo do Ronaldinho, mas queria ver o Bernard e o Jô, que ganharam a Copa das Confederações. O pessoal aqui me pergunta sobre o time do Atlético e o ataque deles massacra. Eu sou corintiano, sou paulista. Estou na Argentina há oito anos, vivo com minha esposa, que é torcedora do Rosário Central, muito fanática. Mas, como brasileiro, já iria torcer para o Atlético de qualquer jeito. Sinto que eles também possuem um grande sonho de vencer o torneio.

Porém, assim como o Alvinegro, o Newell's também nunca levantou a taça mais importante do futebol sul-americano. Além disso, viveu a frustração dupla de ter chegado em uma final e ter perdido - em 1992, nos pênaltis, para o São Paulo. E, para Jean, a mesma gana do Atlético-MG em vencer o torneio pela primeira vez estará presente do lado argentino do confronto.

Quando os jogadores do Atlético-MG desembarcaram na noite de segunda-feira no Aeroporto Internacional Islas Malvinas, de Rosário, Ronaldinho Gaúcho saiu caminhando tranquilamente pela pista de pouso até a alfândega do local. Com ar de tranquilidade, o jogador sabia que logo viria os primeiros pedidos de autógrafo. Mas quem conseguiu o primeiro em solo argentino foi Jean Paulo Raucci, brasileiro radicado em Rosário.

Raucci é torcedor do Corinthians, paulista e está em Rosário desde 2005, quando foi morar ao lado da esposa. O empresário estava trabalhando pela companhia área da Gol (a mesma do voo do Galo) e projetou a mesma alegria que teve na coquista da Libertadores, no ano passado, para os torcedores do Galo.

- Vim pegar o autógrafo do Ronaldinho, mas queria ver o Bernard e o Jô, que ganharam a Copa das Confederações. O pessoal aqui me pergunta sobre o time do Atlético e o ataque deles massacra. Eu sou corintiano, sou paulista. Estou na Argentina há oito anos, vivo com minha esposa, que é torcedora do Rosário Central, muito fanática. Mas, como brasileiro, já iria torcer para o Atlético de qualquer jeito. Sinto que eles também possuem um grande sonho de vencer o torneio.

Porém, assim como o Alvinegro, o Newell's também nunca levantou a taça mais importante do futebol sul-americano. Além disso, viveu a frustração dupla de ter chegado em uma final e ter perdido - em 1992, nos pênaltis, para o São Paulo. E, para Jean, a mesma gana do Atlético-MG em vencer o torneio pela primeira vez estará presente do lado argentino do confronto.