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03/07/2013
21:41

Após conversas pesadas, troca de acusações e tratativas encerradas, o Corinthians anunciou nesta quarta-feira que entrou em acordo com a família do garoto boliviano Kevin Beltrán Espada, morto no dia 20 de fevereiro deste ano, durante partida entre San José (BOL) e Timão, em Oruro, pela Libertadores. No acordo, o clube alvinegro vai pagar US$ 50 mil (cerca de R$ 113 mil).

No início de abril, o LANCE!Net mostrou que os pais de Kevin haviam recusado US$ 200 mil (cerca de R$ 450 mil na conversão atual). Na época, o pai de Kevin, Limbert Beltrán, explicou que a falta de acordo não era definitiva, pois havia ocorrido uma falha de comunicação.

- Houve um mal atendido, falaram de um montante que eu rechacei porque não achava pertinente. Não quero ser ambicioso, mas disse ao Vice-Cônsul que isso não era certo porque a vida do meu filho é irreparável, porque foi um jogo pela Copa Libertadores e porque se trata de um dos clubes mais ricos do mundo, do último campeão mundial - disse, na ocasião.

No fim de março, em entrevista ao L!Net, o presidente corintiano, Mário Gobbi Filho, havia explicado a demora para fazer contato com a família e a primeira recusa da família de Kevin.

Após conversas pesadas, troca de acusações e tratativas encerradas, o Corinthians anunciou nesta quarta-feira que entrou em acordo com a família do garoto boliviano Kevin Beltrán Espada, morto no dia 20 de fevereiro deste ano, durante partida entre San José (BOL) e Timão, em Oruro, pela Libertadores. No acordo, o clube alvinegro vai pagar US$ 50 mil (cerca de R$ 113 mil).

No início de abril, o LANCE!Net mostrou que os pais de Kevin haviam recusado US$ 200 mil (cerca de R$ 450 mil na conversão atual). Na época, o pai de Kevin, Limbert Beltrán, explicou que a falta de acordo não era definitiva, pois havia ocorrido uma falha de comunicação.

- Houve um mal atendido, falaram de um montante que eu rechacei porque não achava pertinente. Não quero ser ambicioso, mas disse ao Vice-Cônsul que isso não era certo porque a vida do meu filho é irreparável, porque foi um jogo pela Copa Libertadores e porque se trata de um dos clubes mais ricos do mundo, do último campeão mundial - disse, na ocasião.

No fim de março, em entrevista ao L!Net, o presidente corintiano, Mário Gobbi Filho, havia explicado a demora para fazer contato com a família e a primeira recusa da família de Kevin.