icons.title signature.placeholder Stefano Grossi
27/06/2014
16:58

A empresa chinesa Yingli Green Energy, conhecida como Yingli Solar, maior fabricante de módulos fotovoltaicos verticalmente integrados do mundo, realizou na manhã desta sexta-feira uma coletiva de imprensa no Rio de Janeiro para anunciar os planos da empresa para deixar um legado sustável no Brasil após a Copa do Mundo. Os planos da empresa incluem se tornar o primeiro patrocinador neutro em emissão de carbono da história da Copa do Mundo da FIFA.

A vice-presidente de marketing global da Yingli Solar, Judy Lee; O manager da Yingli Solar no Brasil, Markus Vlasits; O diretor de marketing da FIFA, Thierry Weil; Além do chefe de responsabilidade social da FIFA, Federico Addiechi, conversaram com a imprensa e explicaram tais iniciativas na coletiva que aconteceu em um hotel no bairro de São Conrado, Zona Sul carioca.

Judy Lee fala sobre parceria entre Yingli Solar e FIFA (Foto: Stefano Grossi)


A parceria entre a Yingli Solar e a FIFA, visa deixar legados solares nos países que recebem a disputa da Copa do Mundo. Desde 2010, quando a empresa se tornou o primeiro patrocinador de energia renovável da história das Copas, além de ser o primeiro patrocinador chinês do torneio, o foco nos países anfitriões é deixar para as nações, o costume de gerar o menor número possível de emissão de carbono. Na Africa do Sul, a Yingli Solar forneceu soluções solares personalizadas para 20 centros denominados "Football for Hope" (Futebol pela esperança), que é focado na melhoria do ambiente social para crianças carentes do continente africano. O projeto continua em funcionamento, mesmo após o término da competição.

Este ano, a Yingli pretende deixar um legado ao desenvolver uma das maiores instalações de energia solar no Brasil, um projeto escolhido em parceria com a FIFA.

Para se tornar neutra na emissão de carbono, a Yingli Solar compensará todas as emissões geradas por suas ativações de patrocínio durante todo o torneio. A medida ajuda a evitar o desmatamento e proteger a biodiversidade brasileira.

- As atividades feitas durante a Copa do Mundo com o projeto carbono zero, reduz em cinco mil toneladas a quantidade de carbono emitidas na atmosfera. Só no Maracanã vamos evitar 350 toneladas de carbono por ano. Na Arena Pernambuco o número sobe para 800 toneladas ano - falou a vice-presidente de marketing global da Yingli Solar, Judy Lee.

O chefe de responsabilidade social corporativa da FIFA, Federico Addiechi, diz que a sustentabilidade é um doa pilares da junção FIFA/Yingli Solar.

- Como qualquer grande empresa, a FIFA acredita que tem responsabilidade de proteger, cuidar e limitar os impactos sobre o meio ambiente em todas suas ações. Temos um programa chamado "Futebol para o Planeta" que representa a promessa de reduzir esse impacto - declarou Federico.

Para encerrar o manager da Yingli Solar no Brasil, Markus Vlasits, disse que a implantação da energia solar nos países que sediam a Copa do Mundo vem aumentando gradativamente, desde a disputa do Mundial de 2006, na Alemanha.

- Durante a Copa de 2006 na Alemanha, foram produzidos 1.300kWh/m²/ano; Na Africa do sul esse número subiu para 1.700kWh/m²/ano. Já no Brasil esse número já chega à 2.300kWh/m²/ano - comentou Markus.

O aspecto transformador da energia solar, é que ela é uma energia limpa, fácil de ser instalada nas próprias casas, é um tipo de energia mais limpo, barato e menos trabalhoso do que as outras formas de energia. Não atoa essa é a Copa do Mundo mais sustentável da história.