icons.title signature.placeholder Amélia Sabino e Michel Castellar
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11/07/2013
15:58

O presidente do Complexo Maracanã Entretenimento S.A., João Borba, afirmou na tarde desta quinta-feira que um acordo com o Flamengo para a utilização do estádio está próximo. Mas as principais pendências para a assinatura do contrato permanecem: prazo da parceria e participação financeira na renda de bilheteria.

- Queremos um prazo por 35 anos e o Flamengo quer menos. Eles tambêm querem receber parte da receita da venda de camarotes e assentos premium. Só que se fizer isso, acabo por inviabilizar o meu negócio - disse Borba.

Dossiê Fla: Rubro-Negro trava batalha por nova casa

Apesar dos entraves, o presidente da Maracanã S.A. destacou que tudo caminhará para um entendimento. O executivo ressaltou que não está em seus planos seguir com a administração do estádio sem a parceria com o Rubro-Negro.

 - É algo interessante para os dois lados. Apesar de os interesses serem diferentes, acredito que vamos chegar a uma negociação final e estamos bem perto disso - afirmou o presidente da Maracanã S.A.


A proposta de divisão do renda do consórcio Maracanã S.A. para o Flamengo

A última reunião entre a empresa e o Flamengo ocorreu na terça-feira, mas não houve um consenso. Ambas as partes programaram um novo encontro para que as propostas apresentadas fossem estudadas.

Enquanto isso, o Maracanã S.A. assinou na quarta-feira um contrato com o Fluminense. Pelo acordo, o Tricolor poderá explorar a venda de 43 mil lugares e nada pagará pela utilização do estádio por 35 anos. Já a empresa ficará com os lucros dos bares, estacionamentos e dos lugares restantes em camarotes e assentos premium.

O presidente do Complexo Maracanã Entretenimento S.A., João Borba, afirmou na tarde desta quinta-feira que um acordo com o Flamengo para a utilização do estádio está próximo. Mas as principais pendências para a assinatura do contrato permanecem: prazo da parceria e participação financeira na renda de bilheteria.

- Queremos um prazo por 35 anos e o Flamengo quer menos. Eles tambêm querem receber parte da receita da venda de camarotes e assentos premium. Só que se fizer isso, acabo por inviabilizar o meu negócio - disse Borba.

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Apesar dos entraves, o presidente da Maracanã S.A. destacou que tudo caminhará para um entendimento. O executivo ressaltou que não está em seus planos seguir com a administração do estádio sem a parceria com o Rubro-Negro.

 - É algo interessante para os dois lados. Apesar de os interesses serem diferentes, acredito que vamos chegar a uma negociação final e estamos bem perto disso - afirmou o presidente da Maracanã S.A.


A proposta de divisão do renda do consórcio Maracanã S.A. para o Flamengo

A última reunião entre a empresa e o Flamengo ocorreu na terça-feira, mas não houve um consenso. Ambas as partes programaram um novo encontro para que as propostas apresentadas fossem estudadas.

Enquanto isso, o Maracanã S.A. assinou na quarta-feira um contrato com o Fluminense. Pelo acordo, o Tricolor poderá explorar a venda de 43 mil lugares e nada pagará pela utilização do estádio por 35 anos. Já a empresa ficará com os lucros dos bares, estacionamentos e dos lugares restantes em camarotes e assentos premium.