icons.title signature.placeholder Luiz Gustavo Moreira e Paulo Victor Reis
21/11/2014
09:55

Candidato a presidente do Botafogo pela Chapa Ouro, Carlos Eduardo Pereira falou ao LANCE!Net sobre os seus planos. Ele falou sobre Engenhão, sedes e muito mais. Aos 56 anos, ele disputa a eleição presidencial pela segunda vez. Os sócios-proprietários do clube vão às urnas na próxima terça-feira e vão escolher entre Carlos Eduardo Pereira, Carlos Thiago Cesário Alvim, Marcelo Guimarães e Vinícius Presidente.

Confira o que Carlos Eduardo tem a dizer:

LANCE!Net: Por que ser presidente do Botafogo?

'NOSSA CHAPA TEM CONVICÇÃO DE QUE OS ALVINEGROS NÃO PODEM SE AFASTAR DO CLUBE NESTE MOMENTO'

CARLOS EDUARDO PEREIRA: Nossa candidatura é um desdobramento de 2011. Naquele momento, percebemos os rumos que o Botafogo indicava. Com muita preocupação, tentamos levar mensagens de alerta aos sócios do Botafogo. Indicando que uma política de gastos acima das receitas, baseada em antecipações de receitas, sem investimento na base, sem investimentos que produzissem receita efetiva, sem CT que pudesse ter maior qualidade na formação de atletas, sem cuidados com o patrimônio, sem atenção ao sócio, programa de sócio-torcedor muito fraco em relação aos outros clubes do Brasil... Os horizontes em 2011 eram muito sombrios. Infelizmente, nossas previsões vieram a se realizar e, em 2013, o clube começou a ter sérias dificuldades em honrar seus compromissos. Vimos que algo precisava ser feito, num momento extremamente complicado, uma das mais graves crises da história do clube. Tudo sinaliza que 2015 será muito difícil e complicado. Nossa chapa tem plena convicção de que os alvinegros não podem se afastar do clube nesse momento difícil. O quadro agravado renovou nossa disposição em lutar e reorganizar o Botafogo a partir de 2015.

NELSON MUFARREJ, candidato a vice pela Chapa Ouro
O que o Carlos falou é uma verdade. Precisamos transmitir ao sócio essa compreensão, e esse saber de que nós estamos juntos para recuperar o Botafogo da situação que se encontra, até sendo achincalhado. Estamos nos propondo a continuar nossa vida profissional, sem abrir mão dela, mas trazer soluções adequadas para superar esses problemas existentes.

L!Net: É possível pagar esta dívida estimada em R$ 720 milhões? Como?

'A DÍVIDA É EQUACIONÁVEL'

C.E: Arrisco dizer que se o Botafogo fosse uma empresa, estaria tecnicamente quebrado. Mas é um clube. É um clube porque não remunera dirigentes. Isso é fundamental, é uma exigência da legislação. Não podemos mudar isso sob o risco de transformar o clube em empresa e, na atual situação, levar a um pedido de falência e liquidação. Essa não é a busca... Remunerar dirigentes não vai ajudar em nada. Nós somos totalmente contrários a esse modelo.

A dívida é equacionável e tem dois momentos: o primeiro é organizar esse passivo, e essa é nossa principal disposição. Há uma parte fiscal que é muito importante. Há pagamentos do Refis para serem feitos até o fim do ano. O segundo momento é o Ato Trabalhista. O retorno do Botafogo ao Ato é fundamental a partir do momento em que ele ordena a fila de causas, pleitos e de advogados, e limita penhoras até um determinado percentual.

Há como pendência a questão do FGTS, que não foi recolhido pelo atual presidente e é algo em torno de R$ 25 milhões de reais. O Fundo de Garantia é um contrato diferenciado e não tem como colocar nesses dois pacotes de negociação.

O que a gente pretende depois de organizar é uma gestão responsável, que evite que essa dívida seja alimentada. Historicamente, você paga contas e alimenta a dívida com novas dívidas. É fundamental vencer esse ciclo. Nossa história e ligação com o clube, a mensagem que nossos pais - que foram dirigentes - nos passaram, é que só há uma forma de gerir o Botafogo, de forma responsável e transparente.

A divida vai ser negociada. O Botafogo não vai dar calote em quem quer que seja. Todos nossos credores, pessoas físicas ou instituições financeiras precisam entende que 2015 é um ano muito difícil. Tentaremos conversas, ganhar esse ano de 2015, negociar um pouco mais de prazo e, a partir de 2016, com aumento das receitas de TV, da ordem de 60%, fazer pagamentos dentro de política austera. Não tenho dúvidas que o próximo presidente terá muitas dificuldades e precisará muito da compreensão e cooperação da nossa torcida.

L!Net: Se a Lei da Responsabilidade Fiscal do Esporte não sair, a saída será o Refis da Crise?

'TEMOS RESIDUAL DO PAY PER VIEW, O PATROCÍNIO DA CAMISA E A RENEGOCIAÇÃO DO MATERIAL ESPORTIVO'

C.E: Há dois Refis em curso. O Botafogo já tem dinheiro no orçamento para 2015 para fazer frente. Em momento algum deixaremos de honrar compromissos do Botafogo. Vamos direcionar novos recursos, que temos poucos. Temos residual do Pay Per View, o patrocínio de camisa e renegociação do material esportivo. Com isso vamos tocar o clube em 2015. Por isso, repito que 2015 será um ano muito difícil.

L!Net: Quais são os planos da Chapa Ouro para o Engenhão?

'O TORCEDOR PRECISA SE SENTIR EM CASA'

C.E: A primeira coisa que precisamos fazer é abrir a caixa-preta. Não temos conhecimento exato de como foi o processo de interdição do estádio. Quem era responsável pelos problemas, quem vai entregar, quando... Em que condições vai entregar estádio ao Botafogo? Com isso, vamos voltar a projetar. O Engenhão ficará nas mãos do Botafogo por um tempo agora em 2015, esperamos que volte a tempo do Carioca. Parece que a manutenção não está sendo bem feita. Há problemas com tubulações de água e abastecimento de energia. A Prefeitura assumiu a gestão, mas sem dar o trato fino que um estádio demanda. Vamos avaliar, este é o primeiro ponto.

Depois é preciso negociar com a Prefeitura a correção de problemas. O Botafogo não vai ter condições de grandes investimentos em 2015. Aí sim, partirmos para transformar o Engenhão na casa dos botafoguenses. Era um estádio pintado de vermelho. Houve uma situação absurda na qual o time foi para São Januário com Flamengo e Fluminense no Engenhão. Isso não vai mais acontecer, é óbvio. O torcedor precisa se sentir em casa, ser bem recebido, com fácil acesso, boa acolhida, alimentação, estacionamento. Vamos incrementar a questão da realização de shows. É uma fonte de receita que vamos ter.

Sobre os sócios-torcedores, é preciso trabalhar muito na questão das partidas. É preciso permitir que o sócio e o torcedor tenham preço convidativo no ingresso. Prefiro ter 40 mil pessoas pagando R$ 5 do que mil pessoas pagando R$ 1.000. Estádio cheio faz toda a diferença. Quando você traz a torcida, vende outra imagem. Câmera circulando por estádio vazio passa uma imagem extremamente negativa. É preciso trazer as famílias de volta. Quanto mais tiver, tem mais consumo para os produtos que estiverem ali: material esportivo, bares... Gostaríamos muito que as partidas voltassem a ter preliminares. Isso traz mais as pessoas. Vamos estar com Rubens Lopes (presidente da FERJ) para ver o que podemos fazer nesse sentido. Os gramados aguentavam antigamente, hoje não sei porque não aguentam.

L!Net: Há quem diga que o Engenhão pode ter gestão compartilhada no próximo ano, o que acha disso?

'TEREMOS QUE CONVERSAR COM A ODEBRECHT SOBRE ISSO'

C.E: Isso nos preocupa porque a Odebrecht estaria ligada a um empréstimo que aparece nas contas do Botafogo, algo na ordem de R$ 24 milhões, que não sabemos porque veio a ocorrer, quais são as garantias e o que foi feito com esse dinheiro. Já me perguntaram sobre isso, mas desconheço porque não sei as condições do atual presidente, o que ele prometeu em troca desse dinheiro, que é significativo. Teremos que conversar com a Odebrecht sobre isso também.

L!Net: O que acha da proposta de dar direito a voto aos sócios-torcedores?

'ISSO PODE AUMENTAR O NÚMERO DE SÓCIOS, MAS NÃO É O PRINCIPAL PROBLEMA'

C.E: Não acredito que nosso programa tenha apenas 11 mil participantes pelo fato de não terem direito a voto. Isso pode aumentar um pouco mais, porém não é o principal problema. O torcedor precisa ser bem atendido e ter opções. Uma delas certamente será o direito a voto. Mas não apenas isso. Se você chegar para o torcedor e falar 'Vai continuar a mesma coisa, e quando você quiser ingresso vai ficar na chuva, na esquina, mas vai votar em presidente'. É muito pouco.

Temos que reestruturar o programa do sócio-torcedor, criando uma faixa básica, para que o torcedor tenha acesso aos jogos. Poucas coisas são mais perecíveis do que o ingresso de uma partida. Entrou, acabou. Não adianta ter seu estádio com 20 mil lugares vazios, se tem potencial de pessoas para estar ali. A partir da faixa básica, de custo popular, que permita o máximo de torcedores, você vai incrementando.

Transformar o sócio-torcedor em categoria votante tem que ter mudança estatutária, ou imediatamente fazer adaptação no sócio-contribuinte. Esse é o nosso plano. Mudança no estatuto pode demorar, precisa ter revisão, passar pelo Conselho Deliberativo... Com um ajuste no sócio-contribuinte, modulando a questão da contribuição, você dá direito a voto imediatamente. Aí você cria benefícios ligados a essa categoria, de sócio-contribuinte.

L!Net: O que a Chapa Ouro traz de diferente das demais? O que pode fazer de diferente?

'NÃO ADIANTA CORRER ATRÁS DO PRÓPRIO RABO'

C.E: É muito importante que a gente marque nossa posição. Esta é a única chapa que manteve posição de oposição e alerta de tudo ao que acontecia no clube. Houve falta de transparência nos contratos, comissionamento no caso da Guaraviton, uma série de procedimentos irregulares feitos e aceitos pelo Conselho Deliberativo. A Chapa Ouro se propõe a resgatar a credibilidade do Botafogo, tudo o que teve na história. Fomos taxados de retrógrados e antiquados, mas queremos colocar o Botafogo nas mais modernas práticas de governança corporativa. Se isso é ser retrógrado, tudo bem, seremos assim. O Botafogo foi excluído do Ato Trabalhista por causa de acusação de sonegação. Essas coisas vão mudar com a Chapa Ouro. O Botafogo adotou um sistema de buscar jogadores quase formados, na faixa de 18, 19 anos, que pudessem estourar, financiados por empresários. O Botafogo não tem trabalho integrado no CT. Temos que fazer esse CT, abrir parceria com empresas, de forma transparente. É difícil ouvir dizer que 'o técnico do time principal não chamou zagueiro do sub-20'. Não chamou porque não sabe onde está esse atleta. O time do futebol profissional treina no Engenhão, enquanto o sub-20 no Cefat. Não treina mais em Marechal Hermes porque destruíram. O campo de General Severiano foi destruído para virar campo de pelada. Este é um outro aspecto importante: CT integrado. Se não tiver o básico para oferecer, não adianta exigir nada dele. Não adianta correr atrás do próprio rabo.

'TEMOS QUE TRAZER VIDA AO CASARÃO DE GENERAL SEVERIANO'

Vamos sempre a General Severiano nos fins de semana e vemos que não tem um espaço de convivência. Nossa infância foi feita no casarão, onde você via movimento, a imprensa se reunia. Lá, atletas, dirigentes e famílias frequentavam. Tinha bar, restaurante e vida social. Isso é um clube. Reúne pessoas em torno de atividade e em torno de uma paixão, pelo Botafogo. Hoje você entra e o casarão está fechado, escuro, silencioso, como se estivesse de luto. Temos que trazer vida ao casarão. Aquilo é símbolo do Botafogo. Temos grande oportunidade nas Olimpíadas. Tendo o Rio como capital do esporte, pode-se fazer um centro de memória do Botafogo, interativo de alto padrão. Estamos em contatos com possíveis patrocinadores. Queremos transformar o ginásio numa arena moderna. Não há outro ginásio tão bem localizado.

'RECEITAS DOS SÓCIOS JÁ ESTÃO COMPROMETIDAS ATÉ SETEMBRO DE 2015'

Queremos um CT com estrutura para treinar em tempo integral. Isso vai ser reativado. Vou até brincar com Montenegro sobre isso. No Conselho Deliberativo, ele se comprometeu a pagar o gramado (que foi retirado de General Severiano) e recolocar. Vamos cobrar dele (risos). Lembrar essa promessa. Isso de campo sintético não é o ideal. É preciso trazer o sócio, opções. Mulheres não tem alternativa hoje, não há área de convivência para se jogar carta, fazer ginástica, manicure... Nada disso é oferecido aos sócios. É bom frisar que até setembro de 2015 as receitas de sócios já estão comprometidas. Só teremos receita social a partir de outubro, mas são coisas que podem ser feitas sem grande investimento e, claro, cobrando ao sócio que usar. O mais importante do pacote todo vai ser o reencontro com as origens, com pessoas com tradições no clube, que cresceram lá. Não vamos aceitar que ninguém da diretoria seja comissionado por algo que traga ao clube. É um privilégio para o alvinegro ajudar o Botafogo. Esta vai ser nossa maneira de gerir o clube.

L!Net: Quais são os planos para as categorias de base do Botafogo?

'É PRECISO VERTICALIZAR A GESTÃO DO FUTEBOL'

C.E: Primeiro é organizar esses vários núcleos dispersos pela cidade. Uma coordenação emergencial que organize. Depois, ao longo de vias de acesso fácil, partir para a construção do nosso CT. Temos um projeto que está sendo concluído por um engenheiro e arquiteto da nossa chapa. Com esse projeto, vai ser feito um orçamento que poderá ser implantado em terrenos de diversos formatos.

É preciso verticalizar a gestão do futebol. É importante que o treinador do futebol profissional tenha reuniões periódicas com outros (das categorias de base). É legal essa integração, trocar informações, para que uma categoria esteja organizada para abastecer a superior. Isso é prioridade absoluta.

L!Net: Quais são os planos para as sedes do Botafogo?

'CAIO MARTINS É UMA OPÇÃO PARA JOGOS DE PORTE MÉDIO'

No Caio Martins faremos uma visita técnica. Indiscutivelmente, é uma opção para jogos de porte médio, especialmente para o Carioca. Já usamos em outras circunstâncias, e, caso o Engenhão não seja devolvido, temos que ter um plano B. Não podemos ser apanhados de surpresa, sem saber onde jogar nos dias seguintes. Temos que estar preparados e pensar em alternativas. Pelo que sabemos, o estádio está desgastado, mas nada inviável de ter parceria e fazer jogos ali.

Com relação à Sacopã, o espelho da Lagoa é tombado e não se pode mudar nada. Não tem o que mudar.

Marechal Hermes, agora que foi destruído, não temos uma sede. Temos um terreno cheio de entulho. Temos que pensar como fazer em Marechal. CT não é nossa prioridade que seja lá pelas dimensões. É um terreno pequeno e demandaria cessões por parte do Ministerio do Exército, que é nosso principal vizinho. Não acho que seja uma alternativa. Vamos pensar em outra opção de uso.

Pensando no campo olímpico, temos espaço no Mourisco para receber as seleções que virão ao Rio para as Olimpíadas. Queremos ter diálogo com o comitê para colocar o Botafogo inserido nesse sistema olímpico de participação das seleções.

L!Net: Daqui a três anos, quando terminaria o seu mandato, se eleito, como o torcedor pode imaginar o clube?

C.E: O clube estará equacionado, com totais condições de recuperar o caminho de clube grande, de forma sustentável. Queremos evitar que o Botafogo viva de surtos, tenha um ano bom e depois caia. Não queremos ver o clube dependendo de mecenas, torcedores ilustres, dirigentes que coloquem recursos.

Claro que nesse percurso faremos tudo o que estiver ao nosso alcance, tudo e mais alguma coisa, para ganhar títulos. Mas, com a limitação de recurso não é fácil prometer. Não temos como prometer (títulos). Qualquer candidato que faça isso não estará sendo fiel à realidade do clube.

L!Net: O que se pode esperar do futebol do Botafogo em 2015?

'AOS JOGADORES, O NOSSO RECONHECIMENTO E AGRADECIMENTO'

C.E: Em primeiro lugar, temos muita confiança nesses jogadores. Isso é muito importante frisar. Eles estão dando uma demonstração de profissionalismo, caráter e seriedade ao disputarem partidas dentro de suas possibilidades mesmo com o clube não cumprindo suas obrigações. A eles, o nosso reconhecimento, agradecimentos e confiança.

No primeiro momento, vamos trabalhar com jogadores que vão voltar. Gilberto e Lima voltam, são dois valores que o clube tem. Vamos ter que montar o nosso plantel em duas etapas. No Carioca, que é de menor exigência, vccê pode montar uma base e determinar pontos de reforço para o Brasileiro. Com isso, você consegue otimizar o orçamento. Não vai dar para começar o Carioca com o time que vai jogar o Brasileiro. O Carioca será aquecimento, mas nunca mais repetir o desastre de 2014, a pior colocação da história do clube. É um campeonato relevante. Claro que tem que se importar com o Carioca. O clube é do Rio, vamos trabalhar em conjunto com a federação pra resgatar o charme desta competição. É uma marca. internacionalmente válida.

L!Net: Já é possível projetar a permanência de jogadores para 2015?

'JEFFERSON É A PEDRA FUNDAMENTAL PARA 2015'

C.E: Temos o objetivo de manter o Jefferson. Ele é pedra fundamental para o planejamento de 2015. É o goleiro titular da Seleção. Temos esta ligação por termos cedido mais jogadores à Seleção. É muito importante que o melhor goleiro do mundo esteja no Botafogo. Queremos muito que ele permaneça. O plantel começa com ele. A partir daí vamos atrás de reforços dentro da realidade do clube. A torcida pode esperar muita luta e um plantel que vai receber os seus salários. Acho que muitos clubes vão reduzir suas folhas de pagamento.

Sobre a comissão técnica, hoje reiteramos a confiança neles. O que vai acontecer depois, não sabemos.

L!Net: Quais são os planos para os esportes amadores?

'NÃO FAREMOS LOUCURAS, MAS VAMOS INCENTIVAR OS ESPORTES AMADORES'

C.E: O remo é um esporte fundamental e obrigatório pelo estatuto. A nossa tradição passa pelo polo aquático, natação, vôlei, basquete e atletismo, inclusive temos grandes nomes nos apoiando. A ideia é levar projetos incentivados e aproveitar o momento olímpico do Brasil e do Rio para captar recursos. Sempre respeitando a limitação orçamentário, não faremos loucuras. Mas vamos apoitar os esportes amadores.

L!Net: Qual será a sua primeira atitude se eleito?

'VAMOS LEVAR NOSSO APOIO E MOSTRAR QUE ELES NÃO ESTÃO SOZINHOS'

Será um contato com jogadores e comissão técnica. Vamos levar nosso apoio e mostrar que eles não estão sozinhos nas últimas duas partidas.